Essa é a questão que a gente fica numa encruzilhada, quando a gente não posa de vítima, nós somos a vítima, eu falei isso para o padre destrambelhado no Rio, aquele que não quis benzer o terço, me chamou de canalha e o resto não prefiro dizer, eu ainda acho que precisava de uma opinião dela sobre o assunto, eu falei para o padre que eu era a vítima naquele instante eu não imaginava que era aquilo mesmo, ela devia ter voltado atrás nas suas decisões e me pedir desculpas pelo ocorrido, pedir perdão e se ajoelhar, nem sei o que eu faria, mas acho que a primeira coisa seria voltar a assumir o meu lugar de novo, eu perdoaria, é claro que eu faria isso, quem do bem não faria? mas isso tudo tem um preço, já falei quando um Homem saí de casa por outra mulher, tem que pagar um preço para voltar, além do perdão e ser perdoado, ele precisa pagar por aquilo...eu acho que a melhor coisa a fazer nessa hora, seria restabelecer as ordens das coisas, e estabelecer o enfrentamento familiar. de como restaurar o modelo de quem precisava ser ouvido e entendido, para quem merecesse novamente, escutar a minha voz e os meus pensamento e estar sob a minha proteção, depois que eu saí, até o estádio veio abaixo e definhou cada dia como se fosse um momento, na esperança do meu retorno. Olímpico nunca mais foi o mesmo!
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