sexta-feira, 25 de setembro de 2026

Há duas formas de encarar a velhice

 São tantos atenuantes que a gente nem sabe ao certo, a visão piorada, da catarata eu requer cirurgia, a perda do cabelo, dos músculos, a dificuldade em lembrar das coisas, das diversas perdas, do sexo mal resolvido; para tudo se tem algum tipo de prevenção, é assim que funciona, se quer ter um sexo de qualidade? precisa fazer exercício físico, para que o corpo aguente o tranco, eu falo isso no meu blog, chega uma hora que só as atividades diárias não reagem mais, tem que inovar, e digo isso em nelsonpoa como se fosse uma forma de se manter ativo, de trabalhar, de sonhar, de pesquisar, tudo na devida proporção, sempre vai ter alguma coisa que nos chame para cima. E quando a gente se conecta com Deus é que a gente começa a ver claramente como as coisas vão acontecendo de uma forma como nunca foi vista antes. Faça as orações, vá à missa aos domingos, procure...que você vai encontrá-lo.

se eu me lembro é porque valeu a pena

 Eu ensinei muita gente durante a minha vida adulta, tanta que nem sei, porque um dia me ensinaram...é como uma predestinação, mas me  lembro da filha da minha empregada Jane que tive que dar aula, ela caindo de sono...e do meu amigo elzo, que tive que ensinar contabilidade, depois de muitos anos, para poder passar de ano...dos trabalhos com o Vinícus me lembro de um especial, desenhar um corpo humano e ele colocar com a letra dele que órgão era aquele...para mim, se ficaram na lembrança, é porque valeu a pena.

Valmir Balbinot, me passou em cálculo III, porque sabia que eu iria me formar, sem a ajuda dele, não seria possível. Todas as outras cadeiras, eu acho que saí do meu corpo para conseguir entender tudo aquilo e passar, entendendo as provas.

paciente TDAH

 É um assunto complexo, até porque muitas vezes o estrago está feito e vai se vendo no decorrer da história que alguma coisa não funciona direito, eu me lembro do João, nosso vizinho, desenvolvendo uma integral como se estivesse fazendo uma divisão comum de qualquer número inteiro e eu ali sem entender nada...embora sempre tenha sido bom em matemática. É isso que eu digo, o João ensinou uma colega durante todos os cálculos, ela só tinha um interesse nele, era passar nos 3 cálculos, nas equações diferenciais, no cálculo numérico, na Probabilidade estatística I e II, eu nem me lembro o nome dela e nem a fisionomia, e o João se iludindo com a possibilidade de um relacionamento..., ela fazia Análise de Sistemas e ele engenharia elétrica, ele sabia muito, tinha muito conhecimento dessa área, tanto que virou professor em SC. Enfim, ela acabou passando em todas as cadeiras da matemática, por causa dele, e nunca mais falou com ele, sumiu! Eu nem sei de fato sobre o assunto, mas é assim que funciona. Quando se vai crescendo e vendo que não se acompanha mais o resto todo, aí sim, na idade adulta fica pior, porque as pessoas vão saindo da nossa vida e o tipo de personalidade dos outros não se encaixa mais no modelo. Acho que isso precisa de muita terapia, mas acho que isso de pouco adianta se a gente sabe muitas vezes a raiz do problema, que pode perseguir por uma vida inteira, cabe à pessoa que sofre mudar, entender, aceitar, rezar, orar e estudar, como se fosse uma enxaqueca, que só agora parece que tem medicamento que resolve, vai saber. Dizem que a enxaqueca é um estado de espírito, desde muita jovem tu adquire, que tu não consegue lidar com tantas coisas e muitas vezes ficar em silêncio, acaba deixando a cabeça em uma bola de fogo, que acaba afetando todo mundo em volta.

quinta-feira, 24 de setembro de 2026

rever uma marca, é possível quando a amostra não deu certo

 eu acho que não é isso que vai nos chamar à empresa. Pelas marcas oferecidas a gente tem que chegar num nome, sem ter que passar pelo  primeiro novamente, digo, reabilitar um a um desde o primeiro. Investigar a marca pelo reclame aqui ou uma referência de alguma coisa que a gente possa justificar a contratação, para depois falar com a empresa e saber se ela tem condições de entregar aquilo que está na especificação

E esse pessoal que liga, tu tem que dizer que estamos avaliando os materiais e o procedimento está todo no sistema que oferece a orientação.

 Como te disse, muito cuidado na avaliação dessas amostras com as empresas, por causa dos recursos na justiça, elas sempre procuram uma forma de se envolver...

muito cuidado para não termos problemas com isso e reclamações na condução do processo, como um todo.

“Escola que reprova é escola que não ensina” - O estilo de vida

 Uma professora só pode lidar com esse tipo de aluno com "mão de ferro", analfabeto funcional existe até com aqueles que leem os textos e não entendem nadinha do que estava escrito ali, gente graduada inclusive. Na minha opinião, não se deve misturar os bons com os ruins, acabam de certa forma contaminando o ambiente. Há de se ter uma classe especial para "os excluídos", aqueles que estão na alça de mira. Projetos desse tipo precisam de professores especiais, não os melhores, que precisam estar com aqueles que tem condições de evoluir mentalmente e psicologicamente, com o objetivo de formação superior, mas sim com os piores, que precisam entender que sem eles, os escolhidos não terão chance nenhuma, mesmo que passem de ano. O diretor que tiver seu projeto aprovado e conseguir promover o debate no final de todas as turmas, será o premiado da vez. Ser professor(a) não é apenas uma honra, será um estilo de vida. 

terça-feira, 22 de setembro de 2026

resposta à Luis Roberto

 É um texto profundo, que merece reflexão sob vários sentidos, eu até me lembro de um texto que se chama "A impontualidade do amor" de Martha Medeiros, escritora que eu não leio mais faz anos, porque deixei de acreditar no que ela escreve, por melhor que seja...

 Eu gostaria de ter tido um relacionamento melhor no meu casamento, mas não fui competente suficiente, para não me deixar levar...eu tentei de tudo, mesmo atrás das linhas inimigas.

 Isso de ser grato até pelas experiências desastrosas que tive, acabaram por me fazer ver o quanto eu estava errado, mas ter a possibilidade  de ser melhor na idade adulta, eu ajudei muita gente quando eles estavam no fundo do poço, e isso me deu forças para continuar.

 Esse texto do Luizito Roberto é uma síntese  dos entornos que cercam a nossa vida, na esperança de tentar mais acertar do que outra coisa, sem deixar de viver...intensamente ou não.

segunda-feira, 21 de setembro de 2026

Por Luís Roberto, o mesmo da subida ao telhado do Kastelão

 Sempre transitei pelas relações de afeto — que foram pouquíssimos, por sinal —, construindo laços leves, meio que superficiais, sem grandes entregas (com exceção do meu casamento), pois nunca fui de arriscar muito, embora, por incrível que pareça não me faltou coragem! ... Faltou mesmo foi confiança! ... Eu sempre mantive “um pé mais atrás” ...


Ao manter uma distância segura, nunca mergulhando de cabeça, evitei os naufrágios emocionais, ... não cheguei a conhecer o peso de uma traição dolorosa!


Quanto aos laços de amizade foram bem mais fortes, pois tive como base a confiança! ... Minhas amizades quase sempre foram agradáveis reuniões de ocasião, e meus relacionamentos amorosos, companhias temporárias sem a pretensão da eternidade.


Passei pela vida construindo laços leves, conexões superficiais que não exigiam grandes entregas nem cobravam grandes presenças.


Não tenho, porém, do que me queixar!!! ... não teria porque fazer isso hoje!!! ... o tempo passou... eu sou outra pessoa! ... Tenho senso de autorresponsabilidade atualmente! ... Sou o produto de minhas escolhas — disso não resta dúvida!!!


A minha existência tem sido bem serena e equilibrada, onde a paz do porto seguro é mantida ao custo de jamais ter navegado em alto-mar. ... 


Será que eu me preservei demais! ... Eu poderia ter vivido mais intensamente?!! ... Assim, deixei de ser realmente feliz??!!!!!

Barão do Tefé X Barbedo, a origem do apelido Jerry ( em relação ao ator Jerry Lewis)

 Nada que um remedinho não resolva...eu estava falando com um amigo no sábado e conversamos bastante...ele me disse que teve só duas mulheres em toda vida, e uma filha com cada mulher...eu disse que não saberia ao certo quantas foram ao todo na minha vida, mas acho que não chegaram a 10, que realmente tiveram importância, não passa disso. E se tem uma coisa que afeta o coração é a ruindade dos relacionamentos, tem gente que começa a beber com tanta intimidade, que acaba virando alcoólatra e bebida como cachaça deixar toda família em frangalhos. E essa foi uma grande diferença nossa, eu gostava de beber, e tu raramente chegava nesse ponto, de tomar um copo se quer, mas isso não foi fator decisivo em relação a qualquer relacionamento, até porque não tinha tempo para depressão ou sequer cair na sarjeta, a gente estava sempre ocupado fazendo alguma coisa. Mas teve uma fase que tive um relacionamento mais próximo com o Darci Luiz, Plasse, a gente chegou a fazer aula de violão juntos, e ir em alguns lugares como ABB, ele tinha o carro disponível e a grana para sair e aproveitar, casou mal no primeiro casamento, a gente lembra bem da ordinária, ele era outro padrão e a gente nem chegou a ter qualquer tipo de amizade, ele tinha o grupo ali da Barão da Tefé, com o qual eu não simpativa, nem com o da Barbedo, de onde surgiu o apelido Jerry, que usei durante muitos anos no meu perfil na internet, aquele pessoal não gostava de mim e eu detestava eles, depois de adultos nos encontramos nos jogos do Grêmio e nunca fiquei sequer perto deles no olímpico, o que dizer da Arena que nunca mais os vi mesmo.

Eu só fui parar no grupo da Gonçalves dias por causa do Luizito, do qual eles tinham o maior respeito e admiração e eu ia na carona; eu ia jogar bola com eles nem quando o Luizito estava presente, foi assim durante vários anos por ali, acabei me "enturmando", era tudo muito legal, até o dia que joguei a bola em cima do Kastelão e ainda tive que buscar...

-kkkkkk ... eu era craque em subir no telçhado do Kastelão! Coisa que poucos arriscavam fazer!!!!

A gente se imagina assim, eu acho

 - Putz! ... É muita coisa!

 Eu não sou isso aí tudo. não!!!!!

- A gente se imagina assim, eu acho...

É como eu te disse aquele dia, a gente formou uma das duplas mais emblemáticas do Presidente e do Infante, nós chegamos a namorar irmãs ao mesmo tempo, coisa que ninguém sabe daquela história e experimentamos o São José antes de todos, coisa que a gente mal conhecia direito, logo, é como aquela propaganda que o menino elogia a menina olhando para o espelho, dizendo que tem uma menina muito linda e ela perguntando aonde, acaba se vendo no espelho. A gente teve oportunidades de conhecer pessoas raras, uma vez eu fui na casa da Rosângela estudar para o vestibular, me trataram tão bem que não dá para esquecer...O resto acho que a gente foi conquistando e fomos conquistados à medida do tempo, nós somos merecedores de todas as coisas boas, acho...


Como a gente...não teve ninguém!


- Sim, na juventude nós aprontamos algumas peripécias inesquecíveis; ainda bem que, naquela época, não havia câmeras de vigilâncias como hoje (uma por cada dez metros quadrados), nem celulares (um por cada cabeça); nada, felizmente, ficou documentado ... só na nossa memórias! ... KKKKKKK ... Ninguém tem prova alguma contra nós!!! ... Só restam nossas próprias delações premiadas, mas isso está totalmente descartado, né??!!!!!


Mas, falando sério, com honestidade e sinceridade: “sempre fomos aventureiros do bem” ... sempre quisemos o mal de quase ninguém! ... KKKKKKKKKK ... nunca trabalhamos para isso, pelo menos!!!! 


Em síntese: "Sempre quisemos o bem de muitos e o mal de quase ninguém.


Hoje, contudo, a minha maior aventura é chegar ao fim do dia sem dores nas costas ou pedras nos rins!


Você esperaria 50 anos pelo amor de sua vida?

 claro que não! essa pergunta seria um clássico, se eu não tivesse convivido com várias delas. Estava falando com um amigo nesse final de semana que disse que só teve duas e uma filha com cada uma. Eu acho que tive menos de dez, que foram intensas...já falei sobre isso, agora esperar por alguém acho que não tenho mais condições, porque tu voltar no tempo requer pelo menos que a pessoa não continue apaixonada pela intensidade, ou seja, aquilo fez mais mal do que bem, por isso a questão de se perguntar a que ponto nós chegamos? Por isso que a questão do feminicídio nunca ficou claro; eu só posso entender que a posse foi tão intensa que o Homem não aceita qualquer tipo de argumento, e ainda tem outros que são capazes de fazer uma festa sem precedentes quando se separa, tem para todos os gostos...