Eu não vejo aqui a questão quando tu acerta no pedido, o problema é quando tu erra, espera que seja o melhor dos melhores e na verdade trata-se apenas de um nº, uma falta de interesse, um descontrole de em que momento se fez a escolha.
Eu sei disso, porque a retribuição não deveria ter sido correta por assim dizer, o escolhido deveria ser outro, mas naquele ano eu recém tinha conhecido o que deveria ser o padrinho, até porque ele não teve filhos, mas não era essa a questão, ele sempre tratou todas com a diferença merecida, com presença de espírito e mesmo nos aniversários, esteve em grande parte dele, não tinha compromisso com a questão. Simplesmente errado, eu escolhi errado, por uma questão do que iam dizer, eu prefiro dizer que na época não tinha uma pessoa melhor, os anos se passaram e essa escolha ficou evidente, enfim, aconteceu e isso é claro tem muito a ver com personalidade, caráter e maturidade de quem assume o papel.
Eu vi muitas coisas em se tratando de padrinhos...prefiro não comentar por aqui, eu fui padrinho outras duas vezes que prefiro nem lembrar disso, eu sabia que eles, os pais, não queriam, queriam outros não por merecimento, mas por afinidade de trabalho ou sociedade, foi voto vencido, e perdeu todo mundo com aquilo, eu nunca me senti padrinho e mesmo assim tentei manter o que foi possível a causa, quando da separação de corpos, essa sintonia, se é que um dia teve, acabou por completo.
A outra, afilhada, foi embora para Pasargada e eu ainda hoje posso saber nótícias pelos familiares que estão junto a mim.
Quanto ao meu afilhado, aquele que estive com ele todo tempo, foi porque a mãe dele abriu as portas para que isso acontecesse, mesmo durante a guerra, a gente tentou se manter isento, mas não deu, eu já havia sido nomeado naquela condições e sabia da minha responsabilidade e do meu poder, todos anos, durante muitos anos, até o momento que o afilhado criou asas, formou família e teve que fazer a mesma escolha.