terça-feira, 30 de dezembro de 2025

O caso do 434 - Desfibrilador

 Sinceramente, eu não gosto de especular sensações, mas quando eu as vejo, faço questão de dizer, "não dá para dar mole", é o caso em questão, depois, fica todo mundo correndo atrás, procurando a saída para se ter o aparelho, porque tem um problema que ninguém sabe no começo da "bagunça", tem prazo para gastar o recurso, ou seja, não pode dar mole mesmo. Mas as pessoas em vez de contribuírem para o sucesso da missão, mesmo que depois de anos trabalhando juntos, resolve dar uma de super poderosa, e atira na gerência, como se pudesse agilizar, resolver, racionalizar a decisão...depois vem perguntar, aí porque ele não fala mais comigo, me lembro que disse que estava entrando no elevador e a ligação ia cair...nem precisei desligar na cara, fiz questão de entrar no elevador. Antes disso, sabendo o que poderia ver pela frente, lá no início eu liguei para gerência que precisa do aparelho para saber porque ela não fez a parte dela, não atendeu...ou seja. fudeu tudo!!!!

Mas um desfibrilador, qualquer pessoa pode acabar precisando, logo, antes de perder o recurso, resolvi tomar conta na invisibilidade, e no final, mandei o despacho informando como é que se aprovou um processo, deixando pendurado outra situação que não poderia se resolver de outra maneira, senão de forma contingencial.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Comente, se você tiver coragem...