Demanda por funcionários que assumam todas as funções enquanto os pais estiverem ausentes têm crescido devido à tendência de terceirização da criação dos filhos.
Essa realmente foi a maior bobagem que vi n os últimos tempos, da questão da terceirização que já existe há muito tempo, quando se leva uma criança para uma creche e deixa nas mãos de pessoas desconhecidas totalmente, que não sabemos nem da procedência delas e se essas pessoas, acabam por não dizer a bandidos e traficantes, quem são os pais daquela criança, que carro tem, e qual o padrão do futuro sequestrado.
Terceirizamos os filhos quando mandamos os mesmos para Escola e eles saem do nosso controle, temos apenas que rezar, meu filho mesmo uma vez desmaiou na escola, e só queria dormir quando chegou em casa, deu para sentir o galo dele na cabeça, foi um susto muito grande e a gente devia ter levado ele no Hospital, aguardamos e ele voltou para a vida em comum normalmente. Quando falamos com a diretoria ela nos aconselhou a ter mais um filho, para esquecer aquele episódio. A escola faliu, não por aquilo, não ouvi mais falar no nome dela pelos anos que se passaram depois.
Os pais tem que serem presentes em todos os momentos, marcação de cima em todos os instantes, para saberem que existe família por trás dessa ou aquela criança
Quando chegamos a mandar o filho ao médico através da emprega ou de alguém que não seja próximo da família, madrinha, vó, irmão, que por uma exceção tenha que fazer esse papel, é porque priorizamos outras coisas e esquecemos dos valores fundamentais que compõe a família e as suas tradições. Com certeza até o médico há de estranhar porque a mãe o pai deixaram de comparecer a pesagem e a entrega do boletim escolar, mesmo que as exceções existam e melhor comparecer através de estranhos do que não comparecer.
A questão mesmo é o que se coloca quando precisa se repassar as informações dadas para o médico, o melhor mesmo seria gravar a consulta e assistir ao vídeo depois em casa e mandar a relação de perguntas para que ele respondesse através de videoconferência.
Diante de tamanho absurdo e do inexplicável em relação as posturas sobre os filhos, dessa forma fica mais fácil aceitar o distanciamento, a guarda compartilhada e a separação dos casais onde os vínculos que unem a família estão cada vez mais distantes.
Que tipo de educação poderemos esperar dessa nova geração que não tem a orientação necessária e suficientes vindos de pais interessados e com valores e conceitos definidos como os corretos e qual a política de educação que vai se esperar em relação a educação alimentar e o convívio grande parte do seu tempo que tem interesses em outras coisas.
Aquele filme Histórias Cruzadas conta as babás negras que faziam o papel da mãe biológica, e mesmo por qualquer tipo de erro na sua lida doméstica ou do comportamento juntos aos padrões era posta para rua, sem direitos, mas o pior, com o sofrimento da criança que se apegava tanto a sua mãe emprestada que o choque acaba por questionar quando já grandes as atitudes que os pais acabam por interpelar as empregadas que tinham esse papel de babás, devido aos seus preconceitos, demonstração de poder e menosprezo pela raça e pelo credo.
Esse assunto deveria ser melhor estudado pelos pais em toda a sua extensão e planejamento para vida adulta.
A questão mesmo é o que se coloca quando precisa se repassar as informações dadas para o médico, o melhor mesmo seria gravar a consulta e assistir ao vídeo depois em casa e mandar a relação de perguntas para que ele respondesse através de videoconferência.
Diante de tamanho absurdo e do inexplicável em relação as posturas sobre os filhos, dessa forma fica mais fácil aceitar o distanciamento, a guarda compartilhada e a separação dos casais onde os vínculos que unem a família estão cada vez mais distantes.
Que tipo de educação poderemos esperar dessa nova geração que não tem a orientação necessária e suficientes vindos de pais interessados e com valores e conceitos definidos como os corretos e qual a política de educação que vai se esperar em relação a educação alimentar e o convívio grande parte do seu tempo que tem interesses em outras coisas.
Aquele filme Histórias Cruzadas conta as babás negras que faziam o papel da mãe biológica, e mesmo por qualquer tipo de erro na sua lida doméstica ou do comportamento juntos aos padrões era posta para rua, sem direitos, mas o pior, com o sofrimento da criança que se apegava tanto a sua mãe emprestada que o choque acaba por questionar quando já grandes as atitudes que os pais acabam por interpelar as empregadas que tinham esse papel de babás, devido aos seus preconceitos, demonstração de poder e menosprezo pela raça e pelo credo.
Esse assunto deveria ser melhor estudado pelos pais em toda a sua extensão e planejamento para vida adulta.
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