quarta-feira, 12 de maio de 2021

A saída de Renato - parte 2

 Eu também cansei...lidar com os corneteiros é para poucos, ele até que aguentou muito. Dessa vez, ele resolveu colocar o cargo em jogo, apenas para ter o bel prazer de "queimar" um deles. Depois dessa Covid, imagino que qualquer um acabe enchendo o saco de ter que lidar com essa gentalha que acha que entende do futebol, só porque respira a entidade boa parte do tempo, acabam querendo a saída, porque acham que suas conjecturas estão quase certas a maior parte do tempo, 15 anos sem títulos! Esse pessoal é escrachante, é da linha do tipo bolsonarista, que mesmo acabando com o país, tem medo do retorno do corrupto que nada provaram, ainda contra ele. Na verdade é muito difícil escrever sobre isso e tenho até evitado lidar com tamanha falta de discernimento das pessoas, que acho que preferi ficar isolado nesse mundo de forma a que qualquer tipo de opinião me afeta com aquela vontade de mandar tomar naquele lugar. Foi o que deve ter acontecido com o Renato, com uma diferença, muito grande, ele pode se dar ao luxo de não querer mais de um milhão por mês, eu apenas não posso ficar sem qualquer mil reais que me seja justo, porque faz falta mesmo. 

segunda-feira, 10 de maio de 2021

Home Office adotado definitivamente?

 Na verdade, eu já havia dado a entender ao chefe o meu desejo de trabalhar de casa de vez em quando, e o meu tipo de trabalho me permitia inclusive, antes de chegar ao trabalho, realizar várias tarefas pelo celular, o que dirá computador em outras épocas. Eu já previa isso e achava que isso seria a minha solução, mas é que a gente não tem certeza de nada, porque esse modelo deveria ser proposto antes da pandemia, que apenas antecipou o processo. Ia demorar mais uns cinco anos para que tudo fosse tomado a fim de tornar o processo uma realidade, já que não estava sendo forçado. Os custos de um processo desse para o funcionário são enormes, para empresa, se juntar vários funcionários, não tem como descrever, esse modelo, de trabalhar em casa ainda deve ser repensado, porque tudo gera despesa. Trabalhar em casa é ficar mais tempo parado, sensivelmente perturbado com essa manobra em relação ao desejo de ficar em casa, realizar as tarefas num momento em que não se sabe como estabilizar o próprio motivo de entender como trabalhar com o corpo e mente voltados para a linha de trabalho e do lar e é isso que precisa ser pensado, elaborado e discutido sobre o modelo que deverá se desenvolver para não haver um retrocesso e o funcionário acabe percebendo que o que parecia a revolução, na realidade era a completa clausura do ser humano levando o aspecto tecnológico como sendo a sua linha de trabalho com o que vai ser proposto e a qual você deverá seguir, se conseguir,

segunda-feira, 19 de abril de 2021

CORONAVAC X OXFORD FIOCRUZ

Não seria possível imaginar que a situação ficaria desse jeito, Numa época de inteira preocupação, escolher por uma vacina que existiram alguns problemas na aplicação com efeito colaterais em mínimos casos e depois a espera de 3 meses pela segunda dose e a aplicação da CORONAVAC, chinesa, um mistério que não temos condições de entender a explicação do porque tudo acontece nesse universo de dúvidas. 
As pessoas não são bobas, querem pegar a que tem menos tempo e que não teve até agora nenhuma rejeição no corpo humano. 
De outro lado, é aquela que diz, agora é essa ou nada feito, um clima de terror, que agora não faz a menor diferença, a grande verdade é que muita gente vai deixar de se vacinar por esta conta e vai esperar, abrindo vaga para quem quer, talvez adiantar os grupos de riscos, mas quem não é mais do grupo? tudo uma grande confusão. 
O processo como um todo é confuso, porque é apenas uma questão de decisão a curto prazo, que pode ter a ver com o se contaminar, que é sempre um risco. E a questão mais problemática é a variante, só isso, que pode ter um efeito devastador até o final de todo o processo. 
Se você tem uma reserva técnica e sabe que tem, espere e aguarde, se proteja, agora se não tiver, vacina já!

quinta-feira, 15 de abril de 2021

A saída de Renato

 Essa saída me faz lembrar do trabalho ou das pessoas que trabalham com a gente, em tempos que falamos tanto de Coach, Mister Mind, inteligência interpessoal, liderança e comunicação eficaz, ainda demitimos pessoas que estão afastadas por covardia, isso mesmo, ligaram para dize que está demitido, mesmo afastado para tratar nada menos que uma COVID. Além da imprensa pé de chinelo e mesmo dos corneteiros e sofazeiros de plantão que estão aí, torcendo achando que vamos ter uma nova variante do treinador que é único e insubstituível. 

Isso me faz lembrar de uma vez que cheguei de volta das férias e a mesa estava ...limpa! O chefe deixou de gostar de mim, se influenciou pelas más companhias que purificaram a alma dele e limparam a minha...foi um momento em que Deus mandou para mim um anjo para me salvar de alguma coisa que a gente nem saberia onde poderia parar, eu me descuidei por não saber que aquilo poderia acontecer e não ter um plano B imediato. Isso já tinha acontecido antes, mas não tão grave como daquela forma. Outras vezes também aconteceram, depois acabaram descobrindo que eu era apenas um jogador que não representava perigo para ninguém.

Eu também não sei se faria tudo de novo, até porque o tempo nos deixa formas de interpretar as coisas de forma diferente, prefiro não me arriscar, naquele tempo eu já queria ser melhor, mas as pessoas ainda não estavam preparadas o suficiente para lidar com um tipo que só depois que entende como as coisas funcionam é que se tornam líderes de forma incontestável, ser o melhor em todos os sentidos precisa ser demonstrado por questões de superação, somente isso. O melhor é dizer que poderia ser diferente, a gente sabe disso, diria apenas que uma leitura nos parâmetros de hoje poderia fazer uma diferença em nível superior o que facilitaria muito as coisas, daria com certeza muito mais poder e condições de fazer o que fosse necessário em termos de realização, mas as consequências a gente não sabe ao certo como poderiam se espalhar pelas vidas das pessoas, uma aproximação maior com Deus poderia ter o resultado suficiente e necessário para que isso acontecesse, é o o grande fato a ser dimensionado e lembrado para todo o sempre!

terça-feira, 13 de abril de 2021

Eu não aconselharia mais...

 Relacionamento é uma forma ou um modelo em que cada um de nós prevê o modelo certo de aceitação. Baseados em fatos e em evidências. Hoje eu até diria que se envolver requer semelhança, principalmente que envolvam desejos e aspirações, e que são monitorados pelas escolhas do universo, ou seja, que a família seja compactada de uma forma que estejam entrelaçadas em um corrente do bem, se for assim, e as aspirações e poderes forem os mesmos, além da questão da carne e do desejo, temos uma grande capacidade de crescimento individual e coletivo através de uma família, que dê certo.

A possibilidade de um casal se unir após aos 50 anos de dar certo, é uma questão de estatística, ou seja, acontece porque o universo conspira de uma forma em que ambos desejam muito, mesmo com a diferença de pensamentos, ideias e classes, terem um objetivo que pode vir a ser conquistado através de uma grande experiência que envolve um troca mútua em modelo extremo.

Eu não aconselharia mais as pessoas a se relacionarem, existe um modelo novo a ser desenvolvido que é a experiência de tempo em relação ao que se quer demonstrado já num primeiro encontro, sem necessidade de entrevistas exaustivas e encontros sem noção. 

Um dos pares precisa ser o certo e ter a tendência ao ajustamento, o outro par precisa ser encontrado e purificado para que o relacionamento possa dar certo de acordo com os critérios pré estabelecidos por ambos.

O perigoso jogo dos relacionamentos doentios

 O caso do menino Henry trouxe ao mundo, a capacidade que tem as pessoas de fazerem aliança pelo mal, vemos que a maldade não tem vergonha. Onde estão as pessoas que não sabendo, não denunciam, vendo se calam, etc...

Pessoas doentes procuram de certa forma se identificarem com a normalidade, nós queremos ser iguais as pessoas normais, mas o que vemos nesse país e nas pessoas é que igualmente ao horror do holocausto, vemos e assistindo as pessoas morremos e não fizemos nada para evitar que isso acontecesse, somos tão culpados quanto, essa é a grande verdade. 

Henry é apenas o reflexo de uma sociedade doente, da capacidade do ser humano se desprender de Deus e seguir um caminho sem sombra, sem a sua realidade como Homem, de seguir o seu modelo de pessoa do bem, como deveria ser. Mas a grande verdade, cada um de nós é acometido de uma doença que adquiriu em algum momento da sua vida, pelo seu DNA ou pelo sua própria educação, foi maltratado, pisoteado e jogado em algum lugar para se recompor.

Com esse governo que está aí já descobrimos, por teoria, que são em torno de 30%. Existem os envergonhados e apagoados que desdisseram aquilo que acreditavam, até porque o país se desfez dos seus julgamentos e de seus julgadores de uma forma novamente abrupta, num estalar de dedos.

Eu conheci os relacionamentos doentios, ele fazem mal a gente mesmo, mas ao mesmo fazem algum bem, porque eles permitem o crescimento e perceber que tudo aquilo era uma verdadeira forma de nos reconhecer em algum momento da nossa vida.

E assim vamos julgando intensamente, olhando para o lado e percebendo que o vizinho é um estranho, mas porque ele faz as coisas certas, e que ele reza, vai a igreja, não é temente a Deus, ele apenas olha, observa e admira a sua obra, apenas faz o que cada um de nós faz, de forma errônea, quando é contaminado pelo contexto inverso do poder de se querer fazer o certo diante da necessidade dessa aceitação em relação a uma verdade.

As pessoas deixaram de ver esse lado, e adotaram formas de se conectar com base naquilo que passou na sua frente e lhe foi imposto, toma e acredita se quiser, forma o teu pensamento com base naquilo que é o melhor na atual situação. 

Uma pessoa ou qualquer pessoa que começa agir de forma desordenada e inverte a ordem natural das coisas de uma maneira que ninguém consegue perceber a situação a não ser através de uma morte é porque todos estamos doentes e nos cabe apenas lamber as nossas feridas, julgar e prender e esperar que o próximo não seja tão cruel.


Reflexões sobre Zeli - parte 2

 Estranhamente as 3 Zelis que conheci, se chegaram muito próximas, em momento e datas especiais. A que faleceu sábado, de covid, é a que irei falar agora. 

Chega uma hora de decidir qual será a prioridade da vida, já que o marido não serve mais como parâmetro, volta-se para o filho, para o trabalho e para o reconhecimento.

Zeli conseguiu esses 3 ambientes juntos e misturados, mas eu tive a oportunidade de trabalhar com ela, diretamente, e ainda havia conhecido a irmã dela, a qual estaria com ela até hoje se não fosse por outras situações de tempo, idade e natureza da relação. A irmã da Zeli teria as atribuições para um Homem se apaixonar e viver para o resto da vida, ela era uma mulher Consciente de si e do que queria.

Zeli era uma mulher a frente da sua natureza, se ela tinha o objetivo definido, botava os lembretes à sua vista e seguia em frente como se ali fosse a sua verdadeira essência, ela tinha um livre trânsito, circulava entre as pessoas, ela não demonstrava perigo para algumas pessoas, ela subia de uma forma naturalmente progressiva. Comigo ela apenas viu que tudo era possível, e que meu trabalho e a admiração por ela veio de uma forma que ela pode verificar do que eu realmente seria capaz numa época sem muito controle e com pouco interesse de fato pelo que existia. Certamente ela foi enviada para limpar vários caminhos. 

Eu diria que Zeli é nome de superação,  foi isso que ela acabou escrevendo na sua linha da vida e de todas as fases que ela tenha passado, essa provavelmente tenha sido a melhor, pois foi aparecendo ao seu alcance os sonhos que um dia seu permitiu sonhar.

Reflexões sobre Zeli

 Estranhamente, por assim dizer, me relacionei com 3 Zelis, todas mulheres de uma admiração impressionante e amor pelos seus filhos. Todas três não tiveram sorte no amor, elas preferiram abdicar disso em prol da família do que realmente importava, maridos, namorados, amantes, eram apenas uma diversão, um passatempo, o foco delas seria outro, mesmo que o enorme vazio existencial as acometia, não seria apenas um homem que teria essa capacidade de lidar com  aquela falta e com tamanha necessidade de libertação do seu eu e do seu corpo, ter um relacionamento é uma forma quase que abrupta para lidar com um passado ou com um modelo falido e acabado, que não vai mais atender as expectativas e a segurança emocional, já que a financeira já deixou de ser uma prioridade sobre a discussão. Isso a gente poderia tentar ver e resolver um dia, Do que uma mulher realmente necessita? Talvez seja essa a pergunta sobre a fase da vida que mais interessa, qual o caminho a seguir, seguindo seu próprio plano, onde tudo que se tinha que conquistar já veio a ordem e a reta mais importante está em descompasso com o resto.

quarta-feira, 10 de março de 2021

Bandeira Preta

 O que nos derruba é a logística e tanta falta de consenso em tudo que se faz e o que se diz. Me lembro da minha primeira máscara, de papel, em 3 vias, ficou bem interessante. Depois de muito tempo comecei a comprar, comprei muitas e nunca mais me separei delas, cheguei a pensar num baile de máscaras, como seria. Tirar a mão da cara seria um fator importante, um fator decisivo, mas não preponderante. Chegou-se a conclusão de que o distanciamento das pessoas seria o ideal e o isolamento das pessoas de forma radical apenas seria necessário. Definitivamente, não estávamos preparado para o carnaval, nem para os ônibus, trens e outras formas de aglomeração. Essa questão da máscara já era decisivo desde o início, mas faltou uma mão para que isso desse certo e a gente sabe exatamente porque isso aconteceu, o país não comprou vacina e não acreditou que o modelo novo seria menos prejudicial que o anterior, mas acabou sendo pior, muito pior porque nele as pessoas chegaram a uma condição de igualdade sem condições de manter seu status, as pessoas não tiveram chances e não puderam se defender, ficaram sob uma condição de desespero e sem uma possibilidade de salvação senão a de pedir a Deus para que isso ficasse em condições de pelo menos uma possibilidade de uma dignidade, mesmo os incrédulos, os que simplesmente desfizeram tudo em que Deus mostrou e considerou dentro dessa verdadeira aposta feita de forma injusta e no montante de prejudicar pessoas sem que as mesmas pudessem entrar no momento e mostrar que tudo isso merecia uma outra história. Eu ainda acho que mesmo assim, os culpados vão colocar a culpa em outros que não sejam de fato os que deviam ao menos perceber que tudo isso não era para ter acontecido assim, e isso foi muito aqui, mas foi em outros lugares também, somos imperfeitos e o aviso foi dado como sempre, mesmo correndo riscos, as pessoas não se desapegam do que não tem capacidade de sentir e absorver a sua própria sabedoria sobre o que tantas vezes desafia e e insiste na procura de ser superior, onde o ente superior expõe as nossas fraquezas e nossos delírios acreditando em inverdades e em fantasias e em constantes enganações, hora de acordar...

Uma variante chamada Moro

 Esse país tem essa característica, de acreditar em coisas que são definitivamente uma amostra da pouca percepção lúcida dos assuntos, da maioria deles, opiniões bestificadas e incrédulas. Teria mesmo Lya Luft votado em Bolsonaro? das pessoas que escrevem maravilhosamente bem e são influenciadores com sua duas idéias e "ensinamentos" de não ter aquela percepção real sobre Deus? Essas pessoas tornam a situação muito, mas muito, impraticável e acabam sendo testadas para que mudem, elas até mudam, mas não dura muita, acabam voltando ao início, não tem esse interesse em acreditar e ser diferente daquilo que sempre foram e nem a possibilidade da leitura, do conhecimento e da não prática de um modelo diferente que poderia diferenciar algo que realmente faça a diferente da sua vida e consequentemente na vida das outras pessoas. Eu acredito nas pessoas que retornam ao tipo de pessoa que um dia foram e se arrependem, e procuram com apoio de Deus, a serem melhores, com o desejo intrínseco para que saia dentro de si aquilo que verdadeiramente desejam e comprovadamente vejam essa mudança no dia a dia da sua vida.

Eu aqui prefiro não falar de um juiz e o que se fez no cenário do Brasil atual, isso é um problema muito maior, de uma população incrédula, que não está preparada para lidar com o que realmente interessa que é um modelo melhor, pessoas melhores, que tenham sido preparadas para ver isso no coração das pessoas, da bondade, da generosidade e da construção em termos de visão que não seja do seu umbigo apenas, da literal capacidade de mudança de pensamento sem um impacto profundo, quem acredita que isso possa acontecer. Não adianta apenas exemplos, existe apenas uma capacidade de caráter, de personificação da pessoa como índole de melhoria contínua, da doação e do ao comentar, falar, relatar sobre tudo, veja e perceba o lado humano em tudo e quem tiver essa capacidade vai saber que isso é o seu entendimento e seu papel no mundo e para que veio aqui. Todos temos o tempo e a devida oportunidade de realizar, mas quem se prepara para isso?