quinta-feira, 14 de abril de 2022

É difícil para o Homem aceitar o sucesso de uma mulher.

" Eu tenho todo direito de ser feliz sem empecilhos. Eu não quero deixar de ser feliz para fazer espaço para o outro".

Quanto mais sucesso da Mulher, mais o Homem precisa se doar, isso é um processo natural, digo, o vice-versa é tão natural que chega a irritar.  

Chega a um pouco que não dá mais, para quem começa uma relação, é quase um femincídio declarado. A verdade é que se chegou a essa situação é porque já estava por um fio desde sempre, tem tanta coisa que o Homem aguenta de uma mulher, coisas colocadas indevidamente são mostradas na hora certa e da forma adequada.ou seja, ali já havia uma sentença de que não ia prosperar, relação de dependência sem a troca necessária, intensa, com concessões e ceder, ceder e ceder, não deviam vir a público, puro descorneamento de término.


terça-feira, 12 de abril de 2022

"Achei que estava tudo bem, mas ele sumiu": o que é ghosting e o que motiva a prática

 Conversei com algumas mulheres durante a pandemia e a ideia de se expor, em alguns casos é o que define a insegurança, a angústia e a indefinição, chegou a hora que o assunto esgota mesmo, se conversa mais de quatro horas num dia, depois aquilo acaba parecendo uma ocupação de tempo perdido, porque aquela relação não vai evoluir mesmo, a diferença de expectativas e até a situação de cada um naquele momento não contempla que um venha a se unir a B ou vice versa. Conheci uma mulher que estava tendo um relacionamento estreito, fins de semana, e quarta-feira, o que tornaria perfeito a relação e isso eu já tinha visto há muito tempo atrás com uma mulher de Camaquã, ela só queria encontrar o namorado no final de semana, cheios de emoção e saudades da semana inteira, isso é ao meu ver uma relação perigosa, não por ela, mas por ele, estar com sentimento de liberdade e podendo ficar aberto a novas pretensões nesses tempos de aplicativos, é o mesmo que dizer, ninguém se prende. Depois dos 50 e dos 60 a prática acaba se tornando mais comum, porque o sexo fica invisível aos olhos de quem quer estabelecer uma relação parcial, a seleção fica criteriosa, mas ninguém se arriscar mais do que o necessário.

A questão bate quando em tempos de aplicativos, e de universo financeiro, encontrar alguém que faça a diferença na sua vida, essa é o aspecto que define quem vão ser os herdeiros e o que terá que ser dividido no futuro, a pessoa precisa estar bem amparada  na plenitude da concepção em todos os sentidos. 

O que diz a psicologia sobre o certo:" — (É possível) falar: "Olha, não estou tão disponível para ti neste momento, então vou me afastar. Isso não quer dizer que a gente não possa retomar a relação no futuro". O que leva uma pessoa a praticar o ghosting é essa não disponibilidade e ao mesmo tempo uma dificuldade de colocar para o outro: "Não quero mais ter esse contato contigo", seja a razão que for — resume a psicologia".

As escolhas elas são cheias de surpresas, conheci uma mulher e a sua relação com o parceiro anterior, uma história que foi contada com muita maestria, de quem soube aproveitar a relação, mas com a separação, por motivos de doença e falecimento, teria um novo parceiro se o próprios destino não se encarregasse de desvendar uma situação que vinha pela indefinição de uma outra, o que era para ocorrer no sábado, deixou-se para terça-feira seguinte e o modelo modificou-se completamente, a situação anterior voltou e tudo que era para acabar de uma maneira nova e interessante, perdeu lugar pelo fator tempo, não se chega a desdenhar, mas as relações são muito dinâmicas e a tecnologia acelera os procedimentos. Fica a pergunta, mas porque desistiu? Ou porque nem começou? Recomeçar é bem difícil, mas esperar a bola cair nos pés é no mínimo deixar margem a sorte e que o universo conspire a favor, talvez tenha sido melhor porque o destino não quis, muitos acreditam nisso nesse momento. 

sexta-feira, 8 de abril de 2022

Patrícia Pontalti: "A idade não define o amor"

 Como todo relacionamento, existem fases e existe o conhecimento, conviver e morar junto é outra história, até onde dura o encantamento? Essa é a grande questão, algumas variáveis modificam tudo e se tornam muito importantes, como filhos por exemplo, acaba se fazendo uma aposta, mas a pergunta ainda perdura, até quando dura o encantamento?

A questão sexual define muita coisa e a empatia do casal também, isso é uma certeza, a vontade de voltar para casa e encontrar a pessoa, estar junto e conversar, mas a pergunta ainda persiste, até quando dura o encantamento?

Com essa liberação que existe por aí, qualquer pode ficar com quem quiser, mas a durabilidade é demonstrada pelo dia a dia e pelo efeito que a paixão aparece no relacionamento. Se isso for demonstrado através de conquistas e de prazer de estar junto, está tudo resolvido, mas afinal até quando dura o encantamento? 

 

O chamado

 "— Quem escuta este chamado, de se colocar a serviço, de se doar, doar a vida, doar os dons, a sua disponibilidade, que, na verdade, é isso, siga! É um caminho muito bonito, cheio de significados e sentidos. Quando a gente olha para trás, vê que nada acontece em vão. A gente vai se construindo — finaliza. " Glenda Sabio Garcia

A gente vai se constituindo, penso que a gente é feito de missões e as nossas atitudes perante a Deus é o que nos conduz pelo caminho que temos que trilhar. Somente muito tarde é que as certezas aparecem, mas nunca é tarde para começar a trilhar e seguir o melhor caminho, as arestas começam a ser aparadas.


sexta-feira, 1 de abril de 2022

chamada de oystering

 "Entre algumas pessoas, existe a ideia de que solteiros que utilizam aplicativos como  Tinder, buscam apenas relações casuais, ou seja, sem envolvimento romântico ou compromisso emocional, muitos desistem de usá-lo. Mas uma nova tendência comportamental, chamada de oystering, aponta o contrário: um conforto em exercer o papel de solteiro e usufruir dessas plataformas não somente com a pretensão de encontrar um parceiro sexual..."

Isso é uma grande bobagem, a grande questão que se impôs, foi o antes e o depois da pandemia, e o que se esperava de uma relação através de aplicativos. Isso se eleva também a questão da classe gramatical do relacionamento que se espera. Casais que se separaram antes da pandemia, viveram momentos de reflexão e explicações, e procura de respostas, do porque terminaram no limitar das explosões: saíram, se conheceram, trocaram confidências, viajaram, se conheceram intimamente, porque terminaram então? A explicação para tentar voltar é aquela que se percebe no mundo de hoje, nas relações espontâneas e na intensidade da vida diária e das atividades que não cabem tempo para reflexões apenas decisões exacerbadas.

Mesmo diante da pandemia, casais se encontram, e se arriscaram a estabelecer um relacionamento nessas condições, através de aplicativo, sempre através desse instrumento, que tipo de outro pode apresentar pessoas sem a necessidade de exposição a primeira vista? 

A questão continua a mesma, o encontro sexual e a relação sexual é a definidora em muitos casos e outros nem tanto, existe um contexto maior para algumas pessoas, a da evolução como pessoa e de ser humano, viajante, companhia, etc...quando se fala em sexo, um leque de opções se abre para quem realmente deseja se envolver e elas são a base de concessões e de mudança de hábitos, o que torna tudo isso muito difícil ou quase impossível, tem que haver um contrato de relações e de como as partes precisam lidar com as suas adversidades e o que ainda pode vir para comprometer a relação. 

A dependência firmada é o caráter da relação, para manter isso é preciso muito mais que um encontro, uma aventura ou um desejo, é necessário confiança.

Diante diss

O que não sabemos sobre a família do Vizinho

 Ainda vale a máxima sobre a questão dos sinais, eles aparecem de forma esclarecedora, mas que tipo de atitude podemos tomar para não participar dessas condições que não nos trazem qualquer tipo de "medo", mas sim apreensão. O que de fato não sabemos é como as coisas se articulam sem termos os devidos conhecimento dos fatos, eu me lembro o caso da ameaça pela não venda de um aparelho da internet, o futuro comprador ficou muito irritado com o comprador, pois este acabou sentindo que havia alguma coisa de errado e optou por desfazer a possibilidade de venda. Sentindo-se enganado, ou traído, percebeu-se o quanto essas pessoas que são de outra linha de atuação, pessoas que tem o mau junto a si, reagem com determinado tipo de incomodação que elas se submetem, ou seja, não aceitam um "não" como resposta. De qualquer forma a gente se protege como é possível durante o período que se esfria a vontade de fazer o mal, mesmo que nem se conheça a pessoa, depois disso apenas vem a educação, a ficha corrida, etc...

Sabedores disso, o melhor mesmo é tentar enganar qualquer tipo de envolvimento com o caso ou diante da situação afetada, mesmo assim, o que acontece diante dos nossos olhos é com o que devemos nos preocupar, da forma como a situação acaba tomando rumo, e até onde aparecemos diante da situação. Diante da situação, fica evidente que a situação só se torna imperiosa, quando chegamos a questionar o tipo de abordagem direta, que nos afeta, que nos atinge, sem que ao menos a gente saiba do que está ocorrendo, caímos numa armadilha em duas situações, quando sabedores do que está para acontecer e não fazemos nada, ou quando não sabemos e somos pegos de surpresa, a mando desse ou daquele por atitudes que talvez nem nos digam respeito, mas que são de grande capacidade de nos surpreender.  Voltamos aos sinais e o que pode acontecer sem saber do que está de fato ocorrendo.

quinta-feira, 31 de março de 2022

Número de demissões voluntárias mais alto em oito anos: a "grande desistência" chegou ao Brasil?

 A desistência é pela amplitude do modelo, uma nova ordem social se criou e até a pessoa ter a capacidade de empreender e contratar, surgir da sua natureza uma nova forme do trabalho, oriunda da anterior e do novo modelo, não teremos mais a certeza do que podemos encontrar daqui para frente. O certo é que vai existir uma necessidade de contratar gente que queira ser abduzido, mas para isso algo deve prevalecer, o salário, a ambição e a vontade de querer fazer com uma vontade que o prazer aliado a esses dois momentos se equivalem de uma forma única, como se fosse de dependência, muitos que tem essa necessidade, vão atrás dessas condições porque o momento da mudança é agora e não sabemos, ou não temos a verdade consciência do que virá a partir disso.

Municipários no prejuízo por Juremir Machado da Silva

 Municipários no prejuízo


31 março 2022


 por Juremir Machado da Silva


 A mídia tradicional não gosta de funcionários públicos.


 Odeia greves ou qualquer tipo de mobilização de trabalhadores.


 Jamais apoia qualquer reivindicação de concursado.


 Na França, na Alemanha e em Portugal, para citar apenas três países progressistas que gostamos de visitar, volta e meia a imprensa dá razão a manifestações de funcionários.


 Aqui, não. 


A mídia brasileira é patronal por natureza. 


Está no seu DNA. 


Na escravidão, os veículos principais, inclusive A Província de São Paulo, que se tornaria O Estado de São Paulo, publicava anúncios de escravos fugidos, editais de leilão de escravizados e editoriais furiosos defendendo os escravistas.


Ainda hoje não interessa saber se os funcionários têm razão. 


É pau neles ou silêncio total.


 Afinal, a ordem deve ser respeitada.


Os municipários de Porto Alegre negociam reposição salarial com o prefeito Sebastião Melo. 


A situação é crítica. 


Só perdas. 


A cidade, de resto, anda pelas caronas.


 A Redenção, que será invadida por um “polo gastronômico” absurdo (como foi que passou tão facilmente na Câmara de Vereadores?), anda meio atirada, mas foi lustrada para a festa dos 250 anos de Porto Alegre. 


Uma profusão de funcionários fez do parque um brinco para receber as visitas e os bailes programados.


 Passada a alegria, volta a rotina: 


salários defasados, direitos alterados, proposta ínfima de correção, negociações emperradas.


 E a mídia?


 Nem aí. 


Para a mídia todo funcionário público é um nababo.


A inflação passou dos dez por cento e não dá sinais de recuo. 


Jair Bolsonaro, que o prefeito Melo, assim como o governador Eduardo Leite, apoiou, perdeu o controle da economia. Em

 consequência, cada trabalhador vê o seu poder aquisitivo ir pelo ralo a cada mês.


 Melo ofereceu aos municipários de Porto Alegre reposição de 10,6% parcelados até 2023. 


Enquanto isso, a prefeitura quer transferir para o Previmpa parte da sua dívida com pensionistas anterior à criação da previdência superavitária dos funcionários da cidade.


No dia a dia sem floreios nem paz, escolas e centros de saúde sofrem com tiroteios, falta de segurança e condições de trabalho.


Até parece piada, só que é trágico: 


o governo municipal quer pagar progressões atrasadas em cem parcelas.


 Mais de oito anos. 


Dá tranquilamente para morrer antes de receber tudo.


 As perdas inflacionárias já chegam a 33,98%. 


Só na administração Melo já são 13%. 


Desde 2016 o poder de compra só encolhe e ninguém faz nada. 


Nota de rodapé: 


Michel Temer, com sua “ponte para o atraso”, entrará para a história como o homem da mesóclise que mais estrangulou quem vive de salário no País.


 Bolsonaro chegou e completou o serviço. 


O tal mercado adorou. 


Melo conseguiu aprovar a alíquota de 14% de previdência para aposentados a partir de 2,4 salários. 


É uma mordida e tanto.


João Ezequiel, diretor do Sindicato dos Municipários (SIMPA), assegura que a categoria quer continuar negociando, mas a proposta do governo precisa melhorar. 


A bola está novamente com a prefeitura.


No Estado, o ritmo não é diferente, como bem sabem os professores.


 Neste Brasil sem porteira, a única coisa que realmente subiu acima da inflação foi o indecente fundão eleitoral. 


De resto, quem sua a camisa vê todo dia o boi indo embora com a corda. 


Alguns chamam esse descalabro de política de responsabilidade fiscal.


Os municipários, cujo chefe atual é Sebastião Melo, também pagam o pato.


 A imprensa dá de ombros: 


que se ferrem esses privilegiados!


Nelsonpoa: A grande questão aqui, é que os governos (patrões), não cumprem os acordos e a Lei, alegam questões de falta de dinheiro e da LRF, e embaranham as finanças até aparecerem que não podem pagar por causa da Lei. Mesmo quando as finanças estão em ordem, simplesmente não querem cumprir à Lei, e a Lei é clara, reajuste pela inflação, uma vez ao ano, mesmo que de forma parcelada decidido numa mesa de negociação. Durante isso, modificam as leis, tiram vantagens, cortam garantias, aplicam novas Leis através daqueles que fazem as Leis, mas que não as cumprem quando estão contra si. 

Isso tudo é uma farsa, ou uma falta de respeito, Marchezan não pagou e ainda retirou direitos importantes do plano de carreira, mudando as regras de quem  escolheu a carreira pública para não ter que empreender com essa economia que está aí, taxa selic foi de 1% para 11,75% para segurar a inflação, muito perto disso. Se você fez um concurso com aquelas regras, para quem entrou acreditando que ela iria ficar até o final da sua carreira, o que aconteceu foi uma extorsão, um roubo a carreira e ao salário, nem a decisão de aceitar ou não ou de colocar outro plano no lugar, uma verdadeira roubalheira, não pagam os reajustes previstos em Lei, e querem que os funcionários paguem as suas contas, já que o patrão não paga o que prometeu, o que ocorre na verdade é que o Município é caloteiro, mal pagador, extorque, mente, e utilizar de falsos métodos para atrapalhar a vida das pessoas e dos funcionários. 

Retirando dos funcionários salário, vantagem e investindo em obras que são para carros e mobilidade urbana de padrão fora da sua alçada, porque poderia fazer através dos financiamentos, retira do seu próprio caixa a questão da viabilização de investimentos que os funcionários fazem diariamente, fazendo a economia girar em todos os sentidos, com essa política, a cidade se torna progressiva, mas seus cidadãos vão estabelecer a dedo aonde vão poder investir o seu salário de forma estratégica, aonde a Prefeitura não esteja por perto.

terça-feira, 29 de março de 2022

A volta dos que não foram e o tabefe de Will Smith

 O caso Tetê, jogador vendido sem a torcida ver a cor da bola, nem jogador, empresário e clube venderam, com certeza, era uma oferta irrecusável, mas acho que não, é como em qualquer lugar quando se perder prazo, e isso acontece sempre, repassar para não perder, não vejo outro motivo para o caso não se tratar de um Vini Jr., com certeza o clube teve que se desfazer do jogador por uma barbada, como aquela caso do Pilantra. Tetê vem para jogar a Série B, sem Renato na casa mata e sim Roger, que aprendeu a como não mais ser surpreendido pela Chapecoense dentro de casa, com Apodi fazendo a festa.

O Will foi lá, subiu no palco e deu uma bifa no apresentador, resolveu tudo na hora, o resto se acerta depois, pedido de desculpas, indenização e acordo de cavalheiros, quem de nós faria isso sem precisar de uma tocaia?

O final do primeiro capítulo de Pantanal

 É o que todo mundo deseja para si, a chegada, o retorno, a volta, para casa com a missão cumprida e muito mais, com orgulho, tradição e propriedade, só por isso valeu a incursão de esperar e aguardar uma novela em que, há 32 anos atrás, não vi um capítulo, eu certamente deveria ter coisa melhor para fazer, ainda em busca da mesma coisa que Leôncio apareceu naquelas condições para realização na sua vida. A volta por cima, e a necessidade de "mostrar", a capacidade de superação,  a demonstração do estado de espírito e a formalização da estrutura familiar como uma trajetória que vem de raiz e da palavra, da ação e da reação, com as pessoas que, como eu todo lugar, duvidam da nossa capacidade e do que somos capazes...