quinta-feira, 15 de abril de 2021

A saída de Renato

 Essa saída me faz lembrar do trabalho ou das pessoas que trabalham com a gente, em tempos que falamos tanto de Coach, Mister Mind, inteligência interpessoal, liderança e comunicação eficaz, ainda demitimos pessoas que estão afastadas por covardia, isso mesmo, ligaram para dize que está demitido, mesmo afastado para tratar nada menos que uma COVID. Além da imprensa pé de chinelo e mesmo dos corneteiros e sofazeiros de plantão que estão aí, torcendo achando que vamos ter uma nova variante do treinador que é único e insubstituível. 

Isso me faz lembrar de uma vez que cheguei de volta das férias e a mesa estava ...limpa! O chefe deixou de gostar de mim, se influenciou pelas más companhias que purificaram a alma dele e limparam a minha...foi um momento em que Deus mandou para mim um anjo para me salvar de alguma coisa que a gente nem saberia onde poderia parar, eu me descuidei por não saber que aquilo poderia acontecer e não ter um plano B imediato. Isso já tinha acontecido antes, mas não tão grave como daquela forma. Outras vezes também aconteceram, depois acabaram descobrindo que eu era apenas um jogador que não representava perigo para ninguém.

Eu também não sei se faria tudo de novo, até porque o tempo nos deixa formas de interpretar as coisas de forma diferente, prefiro não me arriscar, naquele tempo eu já queria ser melhor, mas as pessoas ainda não estavam preparadas o suficiente para lidar com um tipo que só depois que entende como as coisas funcionam é que se tornam líderes de forma incontestável, ser o melhor em todos os sentidos precisa ser demonstrado por questões de superação, somente isso. O melhor é dizer que poderia ser diferente, a gente sabe disso, diria apenas que uma leitura nos parâmetros de hoje poderia fazer uma diferença em nível superior o que facilitaria muito as coisas, daria com certeza muito mais poder e condições de fazer o que fosse necessário em termos de realização, mas as consequências a gente não sabe ao certo como poderiam se espalhar pelas vidas das pessoas, uma aproximação maior com Deus poderia ter o resultado suficiente e necessário para que isso acontecesse, é o o grande fato a ser dimensionado e lembrado para todo o sempre!

terça-feira, 13 de abril de 2021

Eu não aconselharia mais...

 Relacionamento é uma forma ou um modelo em que cada um de nós prevê o modelo certo de aceitação. Baseados em fatos e em evidências. Hoje eu até diria que se envolver requer semelhança, principalmente que envolvam desejos e aspirações, e que são monitorados pelas escolhas do universo, ou seja, que a família seja compactada de uma forma que estejam entrelaçadas em um corrente do bem, se for assim, e as aspirações e poderes forem os mesmos, além da questão da carne e do desejo, temos uma grande capacidade de crescimento individual e coletivo através de uma família, que dê certo.

A possibilidade de um casal se unir após aos 50 anos de dar certo, é uma questão de estatística, ou seja, acontece porque o universo conspira de uma forma em que ambos desejam muito, mesmo com a diferença de pensamentos, ideias e classes, terem um objetivo que pode vir a ser conquistado através de uma grande experiência que envolve um troca mútua em modelo extremo.

Eu não aconselharia mais as pessoas a se relacionarem, existe um modelo novo a ser desenvolvido que é a experiência de tempo em relação ao que se quer demonstrado já num primeiro encontro, sem necessidade de entrevistas exaustivas e encontros sem noção. 

Um dos pares precisa ser o certo e ter a tendência ao ajustamento, o outro par precisa ser encontrado e purificado para que o relacionamento possa dar certo de acordo com os critérios pré estabelecidos por ambos.

O perigoso jogo dos relacionamentos doentios

 O caso do menino Henry trouxe ao mundo, a capacidade que tem as pessoas de fazerem aliança pelo mal, vemos que a maldade não tem vergonha. Onde estão as pessoas que não sabendo, não denunciam, vendo se calam, etc...

Pessoas doentes procuram de certa forma se identificarem com a normalidade, nós queremos ser iguais as pessoas normais, mas o que vemos nesse país e nas pessoas é que igualmente ao horror do holocausto, vemos e assistindo as pessoas morremos e não fizemos nada para evitar que isso acontecesse, somos tão culpados quanto, essa é a grande verdade. 

Henry é apenas o reflexo de uma sociedade doente, da capacidade do ser humano se desprender de Deus e seguir um caminho sem sombra, sem a sua realidade como Homem, de seguir o seu modelo de pessoa do bem, como deveria ser. Mas a grande verdade, cada um de nós é acometido de uma doença que adquiriu em algum momento da sua vida, pelo seu DNA ou pelo sua própria educação, foi maltratado, pisoteado e jogado em algum lugar para se recompor.

Com esse governo que está aí já descobrimos, por teoria, que são em torno de 30%. Existem os envergonhados e apagoados que desdisseram aquilo que acreditavam, até porque o país se desfez dos seus julgamentos e de seus julgadores de uma forma novamente abrupta, num estalar de dedos.

Eu conheci os relacionamentos doentios, ele fazem mal a gente mesmo, mas ao mesmo fazem algum bem, porque eles permitem o crescimento e perceber que tudo aquilo era uma verdadeira forma de nos reconhecer em algum momento da nossa vida.

E assim vamos julgando intensamente, olhando para o lado e percebendo que o vizinho é um estranho, mas porque ele faz as coisas certas, e que ele reza, vai a igreja, não é temente a Deus, ele apenas olha, observa e admira a sua obra, apenas faz o que cada um de nós faz, de forma errônea, quando é contaminado pelo contexto inverso do poder de se querer fazer o certo diante da necessidade dessa aceitação em relação a uma verdade.

As pessoas deixaram de ver esse lado, e adotaram formas de se conectar com base naquilo que passou na sua frente e lhe foi imposto, toma e acredita se quiser, forma o teu pensamento com base naquilo que é o melhor na atual situação. 

Uma pessoa ou qualquer pessoa que começa agir de forma desordenada e inverte a ordem natural das coisas de uma maneira que ninguém consegue perceber a situação a não ser através de uma morte é porque todos estamos doentes e nos cabe apenas lamber as nossas feridas, julgar e prender e esperar que o próximo não seja tão cruel.


Reflexões sobre Zeli - parte 2

 Estranhamente as 3 Zelis que conheci, se chegaram muito próximas, em momento e datas especiais. A que faleceu sábado, de covid, é a que irei falar agora. 

Chega uma hora de decidir qual será a prioridade da vida, já que o marido não serve mais como parâmetro, volta-se para o filho, para o trabalho e para o reconhecimento.

Zeli conseguiu esses 3 ambientes juntos e misturados, mas eu tive a oportunidade de trabalhar com ela, diretamente, e ainda havia conhecido a irmã dela, a qual estaria com ela até hoje se não fosse por outras situações de tempo, idade e natureza da relação. A irmã da Zeli teria as atribuições para um Homem se apaixonar e viver para o resto da vida, ela era uma mulher Consciente de si e do que queria.

Zeli era uma mulher a frente da sua natureza, se ela tinha o objetivo definido, botava os lembretes à sua vista e seguia em frente como se ali fosse a sua verdadeira essência, ela tinha um livre trânsito, circulava entre as pessoas, ela não demonstrava perigo para algumas pessoas, ela subia de uma forma naturalmente progressiva. Comigo ela apenas viu que tudo era possível, e que meu trabalho e a admiração por ela veio de uma forma que ela pode verificar do que eu realmente seria capaz numa época sem muito controle e com pouco interesse de fato pelo que existia. Certamente ela foi enviada para limpar vários caminhos. 

Eu diria que Zeli é nome de superação,  foi isso que ela acabou escrevendo na sua linha da vida e de todas as fases que ela tenha passado, essa provavelmente tenha sido a melhor, pois foi aparecendo ao seu alcance os sonhos que um dia seu permitiu sonhar.

Reflexões sobre Zeli

 Estranhamente, por assim dizer, me relacionei com 3 Zelis, todas mulheres de uma admiração impressionante e amor pelos seus filhos. Todas três não tiveram sorte no amor, elas preferiram abdicar disso em prol da família do que realmente importava, maridos, namorados, amantes, eram apenas uma diversão, um passatempo, o foco delas seria outro, mesmo que o enorme vazio existencial as acometia, não seria apenas um homem que teria essa capacidade de lidar com  aquela falta e com tamanha necessidade de libertação do seu eu e do seu corpo, ter um relacionamento é uma forma quase que abrupta para lidar com um passado ou com um modelo falido e acabado, que não vai mais atender as expectativas e a segurança emocional, já que a financeira já deixou de ser uma prioridade sobre a discussão. Isso a gente poderia tentar ver e resolver um dia, Do que uma mulher realmente necessita? Talvez seja essa a pergunta sobre a fase da vida que mais interessa, qual o caminho a seguir, seguindo seu próprio plano, onde tudo que se tinha que conquistar já veio a ordem e a reta mais importante está em descompasso com o resto.

quarta-feira, 10 de março de 2021

Bandeira Preta

 O que nos derruba é a logística e tanta falta de consenso em tudo que se faz e o que se diz. Me lembro da minha primeira máscara, de papel, em 3 vias, ficou bem interessante. Depois de muito tempo comecei a comprar, comprei muitas e nunca mais me separei delas, cheguei a pensar num baile de máscaras, como seria. Tirar a mão da cara seria um fator importante, um fator decisivo, mas não preponderante. Chegou-se a conclusão de que o distanciamento das pessoas seria o ideal e o isolamento das pessoas de forma radical apenas seria necessário. Definitivamente, não estávamos preparado para o carnaval, nem para os ônibus, trens e outras formas de aglomeração. Essa questão da máscara já era decisivo desde o início, mas faltou uma mão para que isso desse certo e a gente sabe exatamente porque isso aconteceu, o país não comprou vacina e não acreditou que o modelo novo seria menos prejudicial que o anterior, mas acabou sendo pior, muito pior porque nele as pessoas chegaram a uma condição de igualdade sem condições de manter seu status, as pessoas não tiveram chances e não puderam se defender, ficaram sob uma condição de desespero e sem uma possibilidade de salvação senão a de pedir a Deus para que isso ficasse em condições de pelo menos uma possibilidade de uma dignidade, mesmo os incrédulos, os que simplesmente desfizeram tudo em que Deus mostrou e considerou dentro dessa verdadeira aposta feita de forma injusta e no montante de prejudicar pessoas sem que as mesmas pudessem entrar no momento e mostrar que tudo isso merecia uma outra história. Eu ainda acho que mesmo assim, os culpados vão colocar a culpa em outros que não sejam de fato os que deviam ao menos perceber que tudo isso não era para ter acontecido assim, e isso foi muito aqui, mas foi em outros lugares também, somos imperfeitos e o aviso foi dado como sempre, mesmo correndo riscos, as pessoas não se desapegam do que não tem capacidade de sentir e absorver a sua própria sabedoria sobre o que tantas vezes desafia e e insiste na procura de ser superior, onde o ente superior expõe as nossas fraquezas e nossos delírios acreditando em inverdades e em fantasias e em constantes enganações, hora de acordar...

Uma variante chamada Moro

 Esse país tem essa característica, de acreditar em coisas que são definitivamente uma amostra da pouca percepção lúcida dos assuntos, da maioria deles, opiniões bestificadas e incrédulas. Teria mesmo Lya Luft votado em Bolsonaro? das pessoas que escrevem maravilhosamente bem e são influenciadores com sua duas idéias e "ensinamentos" de não ter aquela percepção real sobre Deus? Essas pessoas tornam a situação muito, mas muito, impraticável e acabam sendo testadas para que mudem, elas até mudam, mas não dura muita, acabam voltando ao início, não tem esse interesse em acreditar e ser diferente daquilo que sempre foram e nem a possibilidade da leitura, do conhecimento e da não prática de um modelo diferente que poderia diferenciar algo que realmente faça a diferente da sua vida e consequentemente na vida das outras pessoas. Eu acredito nas pessoas que retornam ao tipo de pessoa que um dia foram e se arrependem, e procuram com apoio de Deus, a serem melhores, com o desejo intrínseco para que saia dentro de si aquilo que verdadeiramente desejam e comprovadamente vejam essa mudança no dia a dia da sua vida.

Eu aqui prefiro não falar de um juiz e o que se fez no cenário do Brasil atual, isso é um problema muito maior, de uma população incrédula, que não está preparada para lidar com o que realmente interessa que é um modelo melhor, pessoas melhores, que tenham sido preparadas para ver isso no coração das pessoas, da bondade, da generosidade e da construção em termos de visão que não seja do seu umbigo apenas, da literal capacidade de mudança de pensamento sem um impacto profundo, quem acredita que isso possa acontecer. Não adianta apenas exemplos, existe apenas uma capacidade de caráter, de personificação da pessoa como índole de melhoria contínua, da doação e do ao comentar, falar, relatar sobre tudo, veja e perceba o lado humano em tudo e quem tiver essa capacidade vai saber que isso é o seu entendimento e seu papel no mundo e para que veio aqui. Todos temos o tempo e a devida oportunidade de realizar, mas quem se prepara para isso?

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021

Valorize os verdadeiros amigos

 

Valorize os verdadeiros amigos

“Não é viver cercado de muitas pessoas que mostra que tem verdadeiros amigos. Às vezes é preferível ter poucos amigos do que iludir-se com pessoas que não merecem sua confiança. Entretanto, jamais restrinja seu círculo de amizades. Cada ser humano sempre tem algo para nos ensinar, mas sabia confiar e dar valor àqueles companheiros sinceros e que o querem bem. É justamente no infortúnio e na necessidade que conhecerá os verdadeiros amigos, que o auxiliarão nas horas difíceis, desprendidos de interesses e segundas intenções. Quem tem amigos sinceros e leias possui um grande tesouro nesta vida.”

Iran Ibrahim Jacob


Nelsonpoa 

Os amigos fiéis, sobraram dois apenas, existem outros perdidos por aí, imagina durante uma vida, quantos não se perderam, mas estão lá por vínculos desnecessários eu diria, talvez um dia até fizesse uma parte realmente importante, mas não se mantiveram por estabelecimentos de eixos difusos. A relação com as mulheres pode ser considerada a mesma coisa e a pergunta que deve ser feita é aquela que não temos coragem de fazer, o que representamos de fato na vida dessas pessoas? 

Nos dois que sobraram me faz lembrar que na praia, agora a pouco tempo, um deles ficou comigo olhando o mar, ele acabou lendo e eu cochilando com a cabeça caída ao lado dele, muito a falar, muito pouco a dizer. Esse dois estiveram juntos em momentos decisivos desde sempre, são incomparáveis. 

Tenho aqueles que se mostraram e disseram amigos, até contaram segredos confusos e no fim eles mostraram o que eles eram de fato, apenas se desligaram, e isso é uma questão de procurar entender o que já deveria estar escrito em momentos de apenas interesses familiares, estavam mesmo muito distantes, é na hora ruim que tudo acontece e se resplandece da figura AMIGOS, transcende aquilo que deveríamos nos ater, ao entendimento sobre a natureza dos fatos e das ações e dos acontecimentos. Quem quer refletir sobre amigos indesejáveis e inoportunos? Queremos e precisamos falar sobre os bons, aqueles que representaram uma história que vale a pena ser contada e lembrada sempre.

Em tempos de pandemia, a gente deveria fazer um diário e contar como tudo aconteceu nessa época de máscaras, onde nem um baile de máscaras foi pensada e como poderia ser? Não faltou inspiração, essa sempre está com a gente, faltou mesmo a vontade, aquela que nos impulsiona e nos inspira a refletir e entender sobre o universo dos relacionamentos que nos cerca. Preferimos nos resguardar ao lado de Deus que é o centro de tudo e que nos comanda para que as coisas aconteçam como a gente espera todos os dias. 


segunda-feira, 14 de dezembro de 2020

Entre 1975 e 1977 - parte 3

 - Boa tarde gente!

 Deu uma esquentada por aqui

Bem eu não me lembro do Rudi, seria alguém parecido com o Ricardo Issi?

O Mário...desse então...🤔

Da Arima...eu gostava dela, ela tinha um nariz muito bonito, eu até fiz um desenho do nariz dela na minha classe, alguém lembra disso? Ela tinha mesmo uma irmã que não me lembro o nome. A Arima gostava mesmo era do Mandadori, este era um gozador, só o nome dizia tudo. Acho que ele tinha um irmão.

Eu me lembro da Rosilene, essa eu tenho uma história interessante, uma vez nós saímos juntos e eu achei que não ia ter jeito, ia ter que conversar com ela mesmo e caminhamos uma quadra falando de amenidades e talicoisa. Eu sei que um belo dia ela sem querer veio em direção a minha classe de costas e bateu no meu braço e ela pensou que eu tinha passado a mão nela, logo eu, que sinceramente, não teria essa capacidade, mas ela olhou para minha cara e falou bem séria "era isso que tu queria", eu fiquei com cara de idiota, de tão espantado que fiquei.

Eu tenho apenad um cd do Lupicínio, deve estar perdido aqui em casa em algum lugar, ele cantava dor de cotovelo e isso definitivamente não faz mais parte do meu repertório.

O Hipo imcosul...eu tinha crediário lá, me lembro de um peixe que comi lá uma vez, tinha um restaurante no 6°  andar, vomitei aquele peixe uma noite inteira, acho que estava meio salgado, assim como o vinho, que quando bebo demais passo mal.

Eu só trabalhei no J.H.Santos, como eu gostava.daquela loja, foi uma experiência profissional que me jogou para o mercado, eu tinha futuro no comércio, mas naquela época eu não decidia nada sobre coisa alguma e estudar era uma imposição, como o casamento, a gente nunca sabe onde a gente vai parar.

A brochice que nos desconcerta

- Diabete subiu, pressão subiu, meia garrafa de vinho e 3 cervejas...um estrago!

- Bah, tens de te cuidar.

- Tenho que largar as cachaças, o resto já tenho médico marcado

- Ela quer que eu vá ao médico consultar a brochice...

 ...mas a causa é outra.

-  Olha, isso tem que ver mesmo. Um dos meus médicos me disse para largar a mulher o outro disse que a testosterona estava baixa, tudo ilusão, eu estava com as veias entupidas.

Depois disso voltou a funcionar normalmente, aí tive que me "adaptar" a mulher que só pegava no tranco...

- Eu acho que é o peso da idade, tô chegando ao fundo do poço.

Natural pra todo mundo.

- Depois disso resolvido, aí veio o resto, o que tu chama do "motivo é outro", ela até queria na hora, esquecia das coisas que dizia e o clima já tinha ido...

Pára com isso, essa história vem de l longe e tu sabe disso, eu fui atrás para dar conta da lôca, que valia a pena, aquele corpo merecia um trato.

Tu é interaço, tem que tomar coragem e pagar caro... por um especialista, tem clínicas que botam o cara para cima na marra...tu fica enrolando e perde o melhor, tu poderia dar uma surra de cacete todos os dias se quisesse, mas continua com medo...

A mulher do mano quando bebe chora pra mim que deixou de ser Mulher porque o outro desistiu e disse que não iria, ela que se virasse. Que tipo de egoísmo é esse, de dar um tiro no próprio pé.

Quando a mulher não ajuda, nós temos que virar o jogo. Quando eu estava com a Kk bah, aquela mulher fazia o negócio levantar de qualquer jeito, só de olhar para ela a coisa já ficava pronta. Teve uma vez no motel que estava quente e  tinha que aumentar o ar, até ela achar o óculos e acertar, o negócio ficava ali endurecido esperando a doida voltar, ela era do ramo, um Mulheraço na cama.