terça-feira, 7 de abril de 2015

Será que consegui explicar?

08/08/2008 Tudo bem que fiquei ressabiada com várias coisas que aconteceram, mas eu explicaria melhor pelo meu último relacionamento, não sei se vou conseguir me fazer entender... No começo não queria saber de ninguém, pois acho que eu mesmo me bastava, achava que poderia encontrar alguém que realmente me interessasse, então preferia me divertir, mas também confesso que andava me sentido meio sozinha (tem essa malvada da carência que teima em nos visitar seguidamente, quando achamos que estamos bem, sem falar dos amigos que nos aconselham a procurar alguma coisa interessante no campo masculino, que faria bem...) Talvez por esse fato e pela convivência fui o vendo com outros olhos e resolvemos começar a namorar. Tudo aconteceu muito rápido e intenso, um pouco complicado no início, de fato muito truncado, não se encaixavam algumas questões, essa droga da carência assim como vem também se mostra fulgaz... Depois realmente me apaixonei, queria me entregar sem medos, acontece que chegando nesta fase os meus medos e muros já tinham desabado e não importavam mais. O que me refiro é que os homens, quando se vêm chegando nesta fase pulam fora, muitas vezes por medo. Acredito que isto tenha acontecido no meu caso. Eu tinha me apaixonado e queria viver este amor e fazer plano com ele, para que desse certo, e ele antes que chegasse nesta fase, pulou do trem, com ele andando, o trem estava muito rápido mesmo, tamanha era a empolgação, ele deve ter se assustado com alguma coisa, mas parecia que a gente já tinha deixado tudo claro, que só faltava agora o desfecho final, não sei se foi a cama que acabou com tudo, como saber? Essa é a minha opinião, mas eu deveria pelo menos ter sabido qual era a dele, para poder entender o que aconteceu, o que eu perdi, sabe, parece uma entrevista de emprego, tu não sabe o que esperar do entrevistador, apenas questões básicas de aparência e postura, o conteúdo é o que define, mas, às vezes tu acha que está abafando e na verdade está deixando a desejar. Será que consegui explicar?

Mulher Pêssego

28/02/2008 - Então é melhor ela esperar sentada, porque eu não me enquadro. Tu acreditas que hoje eu acordei pensando na cretina aquela, depois de tantos anos? - É, pelo que vejo é melhor ela esperar sentada, junto com a Tânia e as outras todas que tentam chegar, mas isso na realidade nem faz sentido, nem sei como me comportaria com uma “gatinha” hoje em dia, talvez eu seria mais um “cara de pau”, como fiz aquele dia no Luau,, O melhor é tomar uma “canjibrina” e sair fora. - Com uma guria nova, no momento, a minha única preocupação é não passar por bobo, como aconteceu com a “Lôra”. Tu levas em tudo quanto é lugar pensando que está agradando, mas nem imagina que tem outro lá na esquina esperando tu deixares ela em casa para entrar e “fazer o serviço”... Não foi bem assim, né? Ela é que fez contigo. O passado e os fantasmas nos assombram, mas a gente mesmo assim entra no quarto escuro... - Assim como a gente entra, a gente sai...bobo é quem fica lá, mas mesmo com experiência, às vezes a gente é passado para trás pelas “lôcas”... - Entrar a gente entra, difícil é sair depois que entrou... - Tem que saber entrar e saber sair, com a Zezé eu quase entrei, imagina se tivesse entrado...lembra daquela cena do casamento do Clovinho que acabamos todos sentados na mesma mesa, por acaso do destino, eu não tive nada com ela, além de uns beijinhos e uns amassos naquele apartamento na época da Infra? Mas ela deve ter estranhado, eu aparecer no aniversário com outra, pelo menos aquela sensação de que eu não era de nada devo ter tirado da idéia dela. Havia um clima muito forte com a mulher do nosso amigo, de que eu estava em cima dela e havia desistido na hora H, temendo pelo pior. Sem falar da gordinha do CS, Débora, ela queria um namorado, e eu queria somente a companhia dela, ela tinha uma pele macia, suave, como um pêssego, me lembro dela como se fosse hoje, da cozinhha, do café, do carro com a propaganda do meu site, da questão mal resolvida da camisinha. Ela era uma mulher para casar e ter filhos, uma menina mulher cheia de sonhos, ela ficou com meu travesseiro, provavelmente durma com ele até hoje, era a mulher-pêssego dos meus sonhos, uma delícia de mulher.

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Elementos que estimulam a criatividade.

Foi de um texto de Charles Watson que li e de que fiz uma avaliação pessoal. Eu diria que a palavra principal de hoje em dia, é Paciência, quem tiver essa façanha de conseguir conduzir todas as suas expectativas e negócios, sem botar os pés pelas mãos, está com o jogo ganho. O resto que segue tem a ver com pilotar um avião, já que o assunto está em moda. O que se exige de um piloto experiente? Horas de vôo, não se pergunta de quanto ele enfrentou de turbulência, das suas ousadias, ou se já dirigiu um aparelho no controle manual, quantas viagens fez no mesmo dia, se já enfrentou turbulência de passageiros, não, apenas querem saber se era um piloto experiente, não interessa o estresse do tipo se a sua amante era a sua comissária de bordo, e que tudo aconteceu porque foi uma armação de quem fazia a escala, que recebia uns presentinhos extras para colocá-los no mesmo vôo. Ele apenas disse que não largaria da mulher com quem acabava de ter filhos, gêmeos. Isso não interessa em termos de experiência, e sim, quantas horas de vôo. Agora pergunta-se também se estava deprimido. Ainda podemos agregar a persistência, até a chegada um de um resultado, mesmo que este resultado seja a troca da aeronave, mudança de rota ou troca de definitiva da tripulação e coragem para encarar os fatos. A paixão pelo que se faz tem que ter por meta o reconhecimento profissional, e o mais importante, levar ao dinheiro e também ao retorno sobre o investimento sobre o projeto inicial, é o objetivo principalmente, mas a gente sabe que é difícil de alcançar no início. Planejar e executar, voar de cabeça para baixo, executar e planejar. E, se mesmo assim, o avião estiver caindo, então só resta uma alternativa, ejeta o piloto e leva junto a Caixa Preta.

Desaceleração em nome do Bem Estar

Desaceleração O texto está no Caderno Donna desse domingo, na Zero Hora, trata-se de Ariana Huffington, que fala muito em desacelaração em nome do Bem estar e dá dicas de como isso pode acontecer. Acho que as pessoas apenas são diferentes, mulheres atualmente preferem à excelência no trabalho ao estar envolvida sentimentalmente o afetivamente e exploram isso à sua máxima. A mulher que consegue isso tem por trás de si uma estrutura sólida e uma linha de montagem perfeita e um marido que sabe que além de ter uma mulher de que ele gosta ao seu lado, ainda pode investir no relacionamento em relação à uma vida efetiva financeiramente falando em construção de patrimônio, o que convenhamos, realmente é difícil, mas enfim, isso é raro e se existe, merece uma atenção especial e que essas pessoas poderiam ganhar dinheiro, ou apenas dando palestras sem fins lucrativos, ensinando às outras a serem felizes através de um modelo que tivesse um projeto centrado num modelo que funcione com menor possibilidade de dar erro. Mas o que eu queria falar em relação ao texto de Donna é que eu acredito de fato que um “apagão” mexe muito com a vida de cada um, só não vê quem não quer. Eu sempre preferi fazer tudo ao mesmo tempo, mesmo que mal feito, do que não fazer e deixar para depois ou para trás que talvez não exista, não me arrependo, eu acabei por ver e fazer muita coisa mesmo. É claro que com o passar do tempo ficamos mais seletivos e criteriosos, adotamos a paciência como arma e nos valemos da meditação, yoga, respiração para nos conhecermos melhor. As empresas ainda estão muito atrasadas com seus “colaboradores” e não sabem o poder de um iogurte ou até mesmo o cochilo pós ao meio dia, ah se elas soubessem, mas ainda se prendem em modelos ultrapassados e pessoas que apenas ocupam o lugar para que o sistema continue a funcionar da mesma forma sem um problema maior do que o que já tinha, acaba na verdade é sobrecarregando aos outros, e por aí já estamos cansados de saber que elas acabam por tendo que achar consultores que identifique onde estão os problemas e com quem está a “batata quente” para poder fazer uma intervenção, que às vezes nem sempre é a correta para aquele tipo de empresa. O que dirá então da empresa pública. Essas dicas de desacelaração podem ser trocadas por um “conhece-te melhor”, “até onde tens coragem de mudar o teu mundinho que te cerca”, vive mais também para ti mesmo. Usa a tecnologia para o teu bem e teu favor, sempre, sem remorso!

Confissão de Solidão

Confissão de Solidão "Ser solitário e tanto se fartar De vazio e de silêncio Mesmo em meio à multidão e ao ruído Ser solitário e caminhar buscando com os olhos e o corpo espaços vazios Entre os aglomerados humanos Ser assim, tão solitário e ter ensejo de escrever Um poema a respeito: Canto calado seu pranto, cantando num canto. Ser tão completamente solitári A ponto de não fazer companhia a si mesmo Para só assim ser capaz de suportar a solidão." Gabriel Lelis da Fonseca Ferreira Esse texto que faz parte das poesias nos ônibus me fez lembrar de um período que aprendi a ser solitário comigo mesmo e me acompanhar nas andanças dos meus pensamentos, onde então ele decidiu abrir mão de viver uma vida até então com uma qualidade de vida doentia para entrar no ajuste dos ponteiros de corpo humano. Lembro das palavras escritas que diziam mais ou menos assim: “de que está na hora de tu viver a tua vida”, tipo assim como querendo dizer: “e nos deixar em paz”. A pior situação de que pessoas não preparadas e sem respeito com você, é deixar você refém dos outros dentro da sua própria casa. Nessa questão da solidão, tu torce primeiro, para que ninguém se aproxime, depois começa a tomar gosto por não ter que dividir mais nada com ninguém, e começa a torcer para que as pessoas não fiquem mais ali, para não ter que se esconder, ou ter que sair para não ter que encontrá-los, isso começa acabando parecer mais natural, as pessoas que acabam vendo nisso uma doença, de que a pessoa está precisando de ajuda. Não é! A pessoa entendeu que a partir daquele momento, pessoas que ele achava que existia uma infinidade imensa, não passavam de desconhecidos, naquele momento, esqueceram do que ele representava e do que conviveu e abdicou da sua própria vida para estar com eles, de que todo aquele período não tinha mais volta, e que ninguém iria conseguir pagar por aquilo, uma situação doentia isso sim. Ele acreditou que de fato todo aquele acontecimento, não representava mais nada na sua vida, optou por viver sozinho dentro da sua realidade, esqueceu quem era e o que representava e se ausentou do ambiente, não quis mais participar daquela farsa familiar que era naquele momento, uma total falta de acordo e entendimento entre as pessoas que ali viviam. Não queria mais participar de nada, apenas queria continuar convivendo no espaço ocupado durante tanto tempo, se isolou, se distanciou, se afastou, por fim preferiu a solidão do que conviver com eles. Isso não quer dizem que não tinha mais uma vida em comum, também tinha o trabalho, amigos raros para aquele momento, que parecia mais um jogo de xadrez, exigia paciência, todos queriam que aquilo se resolvesse o mais rápido possível, mas essa decisão, rápida, acabou por destruir qualquer possibilidade que um dia tivesse de poder voltar a se encontrar novamente e se relacionar com algum respeito e consideração. Um dia também chegou no emprego e viu um armário no meio da sala, e aquele armário continuou lá por trinta dias e, quando se deu conta, era tarde demais, havia uma preocupação fora do ambiente profissional, o que desviou a atenção, não foi difícil prever o que aconteceria, toda equipe foi demitida, permaneceu o seu setor, que também, foi sendo partilhado aos poucos e hoje somente ele sobrou de todo àquele pessoal, continua trabalhando sério e em breve vai poder se aposentar se assim quiser. Aprendeu a conviver com ele próprio, sozinho, não era mais perigoso ficar assim, na verdade nunca foi, basta acreditar que no seu modelo tudo era certo e de que se existia uma pessoa difícil não era ele, com certeza. Pensou tudo isso no domingo à noite, após conviver com outra família, com o mesmo tipo de envolvimento, após duas horas no ônibus de quinta, feriado de Páscoa, o trajeto era de uma hora, Palmares cheio, foi recebido com empolgação, depois veio o feriado, que participaram juntos e fizeram coisas que pessoas normais fazem, depois veio o sábado, a necessidade de voltar para casa, e deixar tudo preparado para segunda-feira, quando então voltaram para buscá-lo, fizeram uma janta, depois veio o domingo de Páscoa, não colheram Macela, mas fizeram churrasco, onde todos participaram efetivamente, assistiram, ao jogo, juntos e depois ainda fizeram uma massa na janta, quando ele seu conta que àquele momento, lembrou-se o que sua amiga tinha lhe informado pela manhã que sua filha havia ido para Austrália, lembrou do seu filho, que também teria ido à INglaterra em deterinada época, e de que sabia muito o que significava aquilo, e também lembrou que naquela noite tudo parecia muito com o que tinha na outra vida, apenas a mulher diferente, que jantou abusivamente, e que achava aquilo incomum. Depois do banho informou a mulher de que o banheiro parecia que estava entupido. Dormiu mal a noite e decidiu que a situação se resolveria em um a dois meses, tempo suficiente para que tudo viesse a tona e ele pudesse continuar a sua vida, sem qualquer tipo de ressentimento. O problema não estaria mais nas suas mãos.

sábado, 4 de abril de 2015

237798

Era esse o número do telefone. Não era qualquer um que tinha telefone naquela época, a gente estava em ascenção, o apartamento também era novo, no Menino Deus, comprado quando ainda passava bonde. Foi um dia que começaram as ligações, que pegou a todos de surpresa, parecia trote mas ela sabia o nome do dono da casa. Depois começaram ser mais insistentes e depois tipo BBBfone. Aquilo começou a ficar chato e foi necessária uma mega-operação naquela épocapa para saber quem era e terminar com aquele martírio. O dono da casa ficou doente e as ligações aumentaram. Todas começaram a ser gravadas, uma a uma e a Crt, descobriu a origem das chamadas, ano de 1976,vinham de um órgão público, o HPS. O órgão foi informado diretamente através do seu diretor e as ligações nunca mais ocorreram. Quando o dono da casa voltou do hospital, deitado no quarto do filho mais velho, a mulher pediu ao filho mais novo, que tanto gostava dele, que botasse as fitas das gravações para ele escutar, e ele ouviu toda aquela baixaria e maloqueragem com quem ele havía se metido. Eles o perdoaram, era um Homem bom, trabalhador e honesto, um pai de família exemplar, sinal de que todos pecamos e podemos ser perdoados.

sexta-feira, 3 de abril de 2015

O Caso Fabrício

Diz-se que Fabrício quando foi contratado era para ser reserva, assim como Pará, no Grêmio. Só que Fabrício evoluiu tanto que virou jogador de seleção e do exterior, quantos títulos? Muitos. O Jonas fez a mesma coisa no Grêmio, já tinhado acertado com outro clube. Chego a comparar o caso dele com o Kléber que só deu prejuízo ao Grêmio, teve uma fratura na perna sem entrar na Arena. Gortaria de ver o Fabrício jogando com o Mamutelli. Acho que o maior problema foi o clube que não "tratou" do jogador como ele merecia, e agora resta ao clube mostrar sua grandeza, e depois de recuperá-lo dar uma nova oportunidade, foi um caso isolado, ele voltará a beijar a camisa do clube. Fiquei sabendo agora, que o Cruzeiro está interessado no jogador. Enquanto essa questão da injúria racial não for resolvida e julgada, ele não pode sair. Se for comprovado a acusação o clube deve ser julgado imediatamente, e se condenado, deve ser desclassificado do campeonato gaúcho e multado devidamente se ficar comprovado mesmo que o jogador deixou o clube por tal fato, o ministério do trabalho deve exigir que ele retorne ao trabalho na condição anterior e o clube deve ainda pedir desculpas pelo dano moral ao jogador. Vai acabar ficando igual mesmo ao Kléber, Edinho e cia. A imprensa criou o monstro e vai acabar vendo o "chamoso" gaúchão sendo decidido pelo interior, vai acabar uma hora dessas torcedor abandonando o estádio por causa dessa arruaça que a gente sabe de onde vem.

Planejando a logística do transporte.

Há um tempo atrás percebi a necessidade de planejar o trânsito com alguns objetivos definidos, primeiro melhorar a qualidade de vida. Primeiramente almoçar em casa, aproveitar a piscina do condomínio na hora do almoço, por uma meia hora pelo menos. Depois teve a greve dos ônibus que deixaram o transporte alternativo sem condições, sem falar que aquelas obras estavam deixando a travessia perigosa a cada dia, era necessária mais uma mudança, mesmo que sabendo e estudando todos horários dos ônibus, lotações, às vezes ficava numa saia justa, acabava por ter que pegar três ônibus fazendo baldiações daqui e dali para ir sentado. Qualquer interferência no trânsito, acabava por deixá-lo preso no centro, nem táxi. Tinha a única vantagem de morar próximo à academia. Lembra da época que pegava a lotação e ia dormindo parte do percurso, quase uma hora de trânsito, por isso optou pelo ônibus, era muito mais rápido, só precisava pegá-lo na hora certa, tinha três ou quatro alternativas para ir sentado, a cidade, toda em obras, principalmente os corredorer, um caos. Pensou numa alternativa diferente, colocar o escritório-moradia entre a academia e o trabalho, fez todo planejamento, local, supermercado, ônibus, lotação e o melhor, poder ir a pé. Após então a mudança e a logística de ajuda, teria que deixar o escritório mais funcional, se desapegar de entraves. No trabalho agora apenas duas horas para o almoço e o descanso, comer fora engorda e é caro. Agrega a caminhada na ida e na volta, com a economia na lotação, pegava táxi na volta ao trabalho ao meio dia. Estudou novamente a logística dos ônibus entre o trabalho e a academia, só poderia ir no súper após esta última, já que na saída do trabalho era impraticável. Quando precisava viajar para namorar, na região metropolitana, começou a comprar a passagem antecipada pela internet. O problema era o efeito salsicha do expresso Palmares.

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Dano Existencial - workaholics

Dano existencial – workaholics – Pelo que li, o dano existencial consiste em tentar provar de que uma empresa, por exemplo, exigiu que um funcionário cumprisse horas além da carga horária prevista no contrato de trabalho, fazendo com que isso, a pessoa deixasse de ter uma vida particular, deixar de fazer outras coisas, como ir ao cinema, teatro, ir ao parque e ficar em casa com a família, tudo em prol da relação com o trabalho. E os juízes então tem que julgar essa questão, do fator tempo, do fator empresa e de tudo que envolve essa relação com o trabalho. Imagino que devam existir outras formas disso acontecer e como as pessoas estão submetidas a esse contexto, por estarem subjulgadas nesse sentido. É como estar a disposição da mulher para que a mesma possa trabalhar e fazer as suas coisas pessoais e o marido sirva de motorista, de cachorreiros (aqueles que levam os cachorros a passear, vão no supermercado, na feira, fazem o almoço, o churrasco e a janta) são motoristas, vão na lavanderia, quando não lavam e passam ao mesmo tempo, além de levar os filhos em todos os cantos, estar presentes na vida dele e resolver todos os problemas dele, da empregada e quem quer que seja. Acho que eu fui vítima quase 30 anos de dano existencial. Conheci um colega de trabalho, que é o caso de workaholics, ou seja, conseguiu durante um mês realizar 150 horas extras no trabalho, mas logo a empresa bateu no calcanhar dele e cortou tudo, durou uns parcos quatro meses por aí, ele era viciado em trabalho e mesmo após trabalhar desse jeito, deram um gancho nele do tipo, vai trabalhar na rua, fazendo a tua função de origem, não gosto de citar nomes, vou dar o apelido, Ôclides. Ocorre que nessa história do vício pelo trabalho, pela hora extra e pelo trabalho noturno, o cara acaba esquecendo da vida familiar, e acontece que alguém acaba pirando, no caso dele, a mulher dele. Belo dia ele sumiu do trabalho e o pessoal queria saber aonde ele estava, ficou uma semana fora, foi quando descobriram que teve que internar a mulher que apenas surtou por causa da solidão caseira, os filhos haviam crescido e o marido tinha um amante, o trabalho. Não demorou muito o tratamento, a mulher voltou para casa e ele continuou não mais naquele ritmo de trabalho, mas sempre que tinha possibilidade de fazer alguma coisa extra, era com ele mesmo, uma pessoa extremamente viciada no trabalho. Lembro ainda que uma coisa que o protegia era que ele fumava, mas o condicionamento no trabalho era tão grande que os fios de cabelos saiam por tudo que era lugar, pelo nariz, pelos ouvidos, pelo pescoço, tamanha era a falta de tempo na dedicação costumeira àquela mesma rotina. Aquele pai de família que conseguiu formar todos os filhos, era um sinônimo apenas característico das pessoas que amam o trabalho acima de qualquer coisa, pouco vão se lembrar de determinadas fases da vida, poucas histórias poderão contar que não estejam envolvidas com o trabalho.

quarta-feira, 1 de abril de 2015

O botão Mágico e a Labioplastia

Pois a revista Donna apresentou o guia da vagina, com dez curiosidades sobre o assunto, são eles: Tamanho,de quando a mulher está excitada consegue aumentar de 10 a 15 cm e que pode-se entender de tamanho quando temos a questão do parto presente, ou seja, é adaptável aos diversos tamanhos, com a menopausa pode diminuir um pouco; Viúva Negra, de que a mulher teria capacidade de prender o pênis do Homem no canal vaginal, para desespero dos mulherengos. De que o nome científico seria pênis captivus, uma prática quase impossível segundo um cientista americano. A mulher teria que ter um controle emocional e fantástico da região da pélvis, já que a vagina é uma mucosa, coisa para uma mulher de exceção; Pompoarismo, exercício chamado assoalho vaginal, vinda do Yoga tântrico, uma coisa de energia mental e espiritual, retrair e contrair, uma coisa de louca. A técnica previne a flacidez vaginal e doenças (cólicas e incontinência urinária), mas agora o mais importante, exercendo o controle sobre o canal vaginal a mulher permite uma libido maior da mulher e o prazer do homem na hora da penetração. Bexiga ou útero caído? Acontece quando os músculos do assoalho pélvico ficam mais frágeis, também conhecido como prolapso genital, causando a perda de sustentação, podem cair na abertura da entrada vaginal, são vários os motivos, entre eles a gravidez sucessiva, envelhecimento, obesidade e certas doenças musculares, e que somente através de cirurgia para botar tudo no lugar, que o pompoarismo pode ajudar a dar uma melhorada na situação. Eu tive uma vez uma namorada com esse problema, ela era muito bacana, beijava bem, tinha uma presença feminina bem apresentada, mas essa questão do corpo que cai não sustenta uma relação, por mais que se tenha um beijo ardente e uma atração fatal, não se consegue um resultado excelente no final; acredito que o ex-marido dela tenha contribuído para que a situação ficasse daquele jeito. O botão mágico é o clitóris que tem a mesma função do pênis em termos de comparação e o fluxo sanguíneo é que torna possível o crescimento do membro, só que com a diferença das terminações nervosas, clitóris 8.000 e pênis a metade. Depilar ou não? Com a retirada dos pelos as bactérias tem livre acesso ao pedaço, calcinhas e absorventes então aumentam a questão de bactérias no local. Segundo um cientista a brazilian wax (técnica de depilação utilizada em Nova York 1987) a depilação está liberada. A questão na verdade é que um matagal no local para os Homens é meio estranho na hora de lidar com ela, mas quando a mulher está totalmente depilada, para o Homem também acaba parecendo estranho, talvez o melhor fosse mesmo um meio-termo. Autolimpante, essa é a parte mais emocionante, que o corrimento inodoro e esbranquiçado tem a função de proteção, que quem faz lavagem vaginal com buchas e usa sabonetes íntimos corre mais risco de infecções, só se for sabonete com PH. O melhor mesmo é o banho diário; Semelhança entre iogurte e Vagina, o leite passa por um procedimento de fermentação, na qual uma bactéria é utilizada; os lactobacilos são responsáveis por metabolizar o nitrogênio e produzir o ácido lático, que faz com que o PH da vagina diminua, protegendo o órgãos da proliferação de outras bactérias que podem causar infecções, principalmente na fase reprodutiva da mulher, mas que desaparecem na menopausa. A questão da semelhança tem a verdade com uma cientista que criou um iogurte produzido a partir das secreções da própria vagina, o que aqui entre nós não merece maiores comentários;Bisturi, A Labioplastia é cada vez mais procurada, porque o médico retira o excesso de pele de lábios volumosos demais ou então utiliza a lipo-aspiração do Monte de Vênus que trata da região mais gordinha, não se sabe se essas técnicas são seguras, eu pessoalmente acho estranho isso, porque no campos das exceções é que algumas coisas se sobressaem mais que as outras, seria como tirar um sinal que nos caracteriza por boa parte da nossa vida, trazem conosco um perfil de genética, um DNA que nos ilumina e faz parte do nosso ser. Eu tenho acima de cinquenta anos, digo e repito, de que somos de uma geração muito mal informada. Para conseguir alguma coisa sobre a mulher, anos atrás, tínhamos que comprar algumas revistas do tipo Nova, para entender como é que funcionava essa questão, quem pesquisava e mostrava interesse no assunto, acabava por ser muitas vezes taxado de pervertido, tarado ou coisa do ramo, e muita coisa, mas muita coisa mesmo acabou sendo escondida e feita debaixo do edredom, e quando a gente se dava por conta, já estava numa saia justa que nem sequer sabia porque havia se metido, tempos realmente de pré-conceitos e pouca, muita pouca informação e entendimento em relação a mulher, já que para o Homem, muito se diz que ele tem o botão que apenas liga e desliga, isso realmente é de doer essas afirmativas, diferente da mulher, ele também precisa estar enfeitiçado pelo sexo oposto e interessado nas coisas que envolvem sentimentos de ambos, não há porque evoluir na relação se não existe a contrapartida nessa questão, o Homem também tem os seus recursos, que raramente usa e às vezes até faz questão de esquecer de que é capaz de usá-lo. De que os comportamentos hoje em dia são diferentes, as mulheres também, e que são poucas as experiências masculinas em relação a isso. De que modernamente, quem está começando na vida sexual poder conversar sobre o assunto e se mostrar interessado em ter um conhecimento a mais, de como é que a mulher com quem estamos nos relacionando. Encarar esse tipo de conversa com a parceira, se ela está disposta a falar sobre o assunto que está muito aberto para quem está a fim de melhorar a intimidade do casal. Já pensou conversar com a parceira sobre Labioplastia ou lipoaspiração do Monte de Vênus, seria demais auspicioso. Falar numa mesa de bar com amigos sobre esse assunto ou aquele de que a vagina da mulher é "autolimpante"(e que ela não seja comparada a um fogão). Ainda existe um tabu quanto à questão da lubrificação e da incapacidade da paciência do Homem em lidar com esse paradigma, o que atrapalha muitos dos relacionamentos, por tudo isso que foi debatido acima.