sexta-feira, 5 de abril de 2019

O destino de Scola

Scola tem uma bela família. É um jornalista que com as suas opiniões contra os servidores, fere as famílias dos mesmos, que tiveram as suas carreiras assaltadas; durante vários anos procuraram e elegeram uma forma de trabalho, o serviço público, por causa disso também tiveram seus problemas emocionais, financeiros e de relacionamentos; em certos locais inclusive por causa das administrações que Scola defende, os funcionários ficaram doentes, alguns faleceram em relação a isso; como nunca foi um servidor, nem imagina o que seja isso, culpa a escolha deles pelo falta de competência dos governos que ele mesmo defende, não sabe e nem a conhece a história do que acontece realmente com os servidores. Tenho visto as outras opiniões de Scola sobre um conceito contemporâneo de como as coisas devem acontecer nesse mundo que é bem diferente do que a cidade realmente deveria ser. É muito ruim um jornalista fazer uma análise passional de apenas um lado da situação, o que indica que em breve teremos um político como muitos outros que seguiram por esse caminho e que seja o mais rápido possível.

Não nasci para ser presidente, nasci para ser militar, diz Bolsonaro

Estou começando a gostar desse presidente, terminou com o horário de verão e acaba de fazer uma constatação interessante, o povo gosta de ser iludido, como foi com vários presidentes, com golpes, com direita, com esquerda, com meio. Acreditam que um dia vai vir o salvador e nos tirar dessa situação que nós mesmos, por confiar no estado, aceitamos e acreditamos, privilégios para muito poucos que tiraram de muitos e desorganização pública que nos remete a escândalos de como ocorreram durante anos. Isso que vem a público ainda a gente vê e o que a gente não vê? Governo continuando vendendo as instituições que dão lucros e não conseguindo vender as que dão prejuízos. Vice diretora de escola, professor, sendo ameaçados todos os dias com todo de falta de respeito, por famílias desajustadas na procura de um vilão para resolver as suas deficiências enquanto cidadãos ineficientes. No Brasil todo poder acontecer, só tomar jeito é que está difícil.

Escrever de que forma? Idéias para o bem escrever atualizadas sempre que possível

O importante é ter um estilo próprio que vai guiar a sua forma de escrever durante boa parte dos seus textos, você precisa criar uma personalidade própria, um motivo de ser e dar vida as suas palavras, depois que estiver seguro e mandando bem, o que menos vai interessar é a regra, você vai se soltar e escrever da forma como você se sentir melhor.

O melhor mesmo é se apaixonar...e se um dia você for corno, aí o seu bloqueio vai sumir, para sempre! (sobre o bloqueio para escrever).

Essa dos exercícios físicos é muito boa. Todas são importantes. Mas tem uma coisa que vai fazer você escrever mais e melhor, quando estiver ganhando para isso. Pode existir coisa melhor do que fazer do que se gosta e ainda ganhar uma grana com isso? Além disso, a leitura talvez não chame você, mas se você foi chamado a escrever é porque em algum momento da sua vida você leu muito e aquilo acabou penetrando no melhor dos seus pensamentos, quando seu cérebro estava mais ativo, de que você é capaz de escrever em cima de uma receita de bolo. A criatividade ela melhor em algum momento do dia, e às vezes você acaba insistindo em escrever quando não está com vontade nenhuma, mas sabe que como tem essa capacidade, pode transformar o seu indesejo em alguma coisa produtiva, nessas horas seu povo deve merecer o que você tem de melhor...

O trabalho de revisão sempre é o mais difícil, às vezes não temos tempo de revisar e achamos que é o suficiente. É na revisão que aparecem os acertos e os detalhes começam a tomar forma mais profunda, por isso que ele é tão essencial quanto o próprio texto, e se for feito numa hora do descanso, em que a mente está naquele momento criativo, além do texto ficar de acordo com as normas, é nesse momento que ele realmente pode ficar melhor do que o original, ele acaba evoluindo para o sentido da perfeição.




Não haverá horário de verão neste ano, diz Bolsonaro

Comentários divididos, ainda bem. Eu sou a favor, de não ter o horário de verão, é isso que está escrito aqui. Isso é uma questão pessoal, para mim é uma tortura e eu bem que gostaria de não fazer nada para aproveitar o tal horário, mas isso é impraticável, uma questão apenas de adaptação, mas é que mexer no relógio como se fosse uma brincadeira de criança, certamente acaba mexendo com a capacidade de entendimento do cérebro em razão da modificação em relação aos estações do ano, tudo uma grande confusão. Eu que sempre reclamei não vou ter mais do que falar para justificar os meus atrasos, a desculpa terá que ser outra. Algumas vezes, por piores que sejam os governantes, em determinado momento das nossas vidas eles podem acabar nos trazendo algum benefício.

quinta-feira, 4 de abril de 2019

Escola cancela aulas após vice-diretora ser agredida por mãe de aluno em Porto Alegre

Todos perdem quando um professor ou diretor é agredido, principalmente os alunos; professores deveriam ser intocáveis, sob todos os aspectos. Isso não vem de agora, em Viamão, vários casos têm acontecido sucessivamente, e a direção omissa nem acompanha os casos como deveria. Não existe Secretaria de Educação e nem sindicato, o professor tem que se virar sozinho, precisa do apoio da família e com muita sorte, depois de uma agressão conseguem retornar ao trabalho, com sequelas, muitos nem retornam, acabam tendo AVC ou derrames, através de agressões muito piores que a física, a emocional, fazendo acusações falsas e manipulando os colegas e pais, tornando a vida do professor insuportável. Depois dos anos, eles acabam se dando conta que o professor só queria o melhor para eles, que são os grandes culpados por suas próprias atitudes, uma verdadeira aula de ignorância e falta de educação, sem valores, sem um motivo e um caminho para seguir, acabam derrubando quem poderia melhor fazer esse trajeto, uma decepção e uma desilusão total.

separados há 22 anos, Paulo Betti e Eliane Giardini vivem casal em novela

Atores são pais de duas mulheres na vida real e contracenam em trama sobre refugiados sírios


Eu conheci uma pessoa que se separou do marido, depois de alguns anos voltou a se casar com ela, isso é impressionante, mas o inacreditável é que voltaram a se separar. Uma separação é difícil de lidar, em todos os sentidos, só quem passa por uma, duas ou três é que sabe como funciona esse processo e acho que se não teve briga, desentendimento e revanchismo é porque não existia amor, logo, em algum momento, tudo foi muito bom. Existem vários motivos para uma separação, e uma coisa é certa, quem se separa aos olhos de Deus, nunca vai ter sossego.

Pessoalmente, eu não vejo como uma separação alguém possa ficar bem. O Homem, até pouco a tempo atrás acabava por esconder da sua família a outra face que tinha em relação a sua própria vida, se tinha a mulher perfeita, aguardava o momento propício para ter aventuras corriqueiras, para sair da rotina, tinha medo da mulher e de ser pego flertando com a cunhada, por exemplo. Em decorrência disso, o que acontecia de fato era que o mesmo se estrangula em si mesmo, sabia do destino final dele, e sabia apenas uma coisa, que ele era o responsável pela família e pela mulher, não deixaria ela sozinha nunca e nem a família, mesmo que gostasse de outra pessoa, era o seu destino; em tempos mais modernos acaba se torturando a si mesmo e não faria qualquer pessoa sofrer, pois também precisa se manter equilibrado. Os tempos passaram e para quem tem o mesmo padrão sabe do que estou falando, nos dias de hoje temos que pensar em união e convicção, fazer a escolha certa, para sempre!

O caso do delegado que usa calcinhas

A cena ontem foi deplorável, pelaram o delegado e ele apareceu usando a calcinha da mulher dele, um fetiche, uma tara sexual, um deboche, isso não tem importância na intimidade, apenas quando é exposta é que é o problema. Eu usei uma vez, me lembo como se fosse ontem, eu estava na casa da namorada e aconteceu um problema, não havia uma cueca sobressalente num momento de dificuldade, eu poderia ter ficado sem, mas ela acabou por me convencer que o melhor era usar uma das dela, eu não tive medo, mas me lembro quando estava trabalhando o que significaria se fosse descoberto, já que a empresa era conservadora e obedecia a rituais de controle da disciplina e das orientações pessoais dos funcionários.
Uma coisa é a vida que se leva, como pessoa de bem, com família, emprego e manutenção das tradições, pagadora de impostos, de religião e de certezas em relação ao futuro, a outra vida é a atrás da outra vida, aquela que não vemos na noite, nas boates, nas saunas, nas ruas, a vida que não se apresenta na sociedade, o lado impuro da rotina que se quebra pelas fecundações cerebrais dos desejos impróprios, essa vida é a que calcinha não mostra.

quarta-feira, 3 de abril de 2019

Perdedor - baseado num episódio de Black Mirror

Tem vezes que por mais que a gente se esforce, não adianta, não dá para contentar todo mundo. A verdade é que podemos ser chamados de tudo, puxa-saco, vaselina, em cima do muro, etc...quem gosta de ser confundido com esse tipo de pessoa? A grande verdade é que, devido a pressão, muita gente se vende para se manter no cargo e tentar crescer na empresa ou ficar de bem com a mulher e a família dela. Tudo isso tem um preço e depois acabam carregando por toda vida esses modelos que tanto afetaram o lado emocional das pessoas, elas acabam não se livrando desse estigma e se tornam pessoas com algum tipo de desvio na condução das suas próprias convicções. Isso só acontece porque existe uma conexão em relação a essas pessoas que dependem ou precisam dessa interação. Essas coisas deviam acontecer naturalmente e sem uma busca de interesses através de utilização de meios que interferem no crescimento de outras pessoas, que afetam o círculo normal das coisas,  que acaba não se fechando nunca. Em algum momento isso acaba ficando evidenciado na condução do seu momento pessoal e profissional, por incrível que pareça, as pessoas acabam se ligando de uma forma interpessoal até que uma delas acabe por entender que chegou a hora de encerrar tudo, de que é preciso finalmente mudar para se tornar uma pessoa com sabedoria e capacidade de caminhar sozinho, amadurecer para vida, por mais tarde que isso possa parecer.

Paulinho

Encontrei hoje ele ao meio dia. Não faria a menor diferença se ele fizesse de conta, mas é que a gente teve uma história juntos e acabamos com o mesmo pensamento, no trabalho a gente precisa saber levar, uma mão lava a outra. Paulinho era motorista, mecânico, um sujeito e tanto, daqueles que a gente sempre precisa por perto, eu não poderia ter conhecido uma pessoa melhor naquela época em que tudo era difícil. O mais interessante é que ele me ensinou a fazer o carro andar quando não tinha a menor condição de andar, do tipo fazer o carro ligar sem o arranque, entrando debaixo do carro, deixando a chave ligada e com uma chave de fenda dar a partida. Na vez que eu mais precisei que o arranque funcionasse, ele funcionou, os anjos andavam junto comigo. Certa vez num motel, caí dentro de um buraco, eu fui buscar uma pessoa e quando fiz a manobra a parte de trás ficou pendurada, coisa muito séria. Algumas coisas acontecem sem a gente querer, sempre me ligavam para resolver as coisas que eu não tinha a verdadeira noção do perigo, como quando fui buscar um anel que uma amiga deixou num dos quartos de um hotel, lá fui eu, sem medo e as coisas bem que eram normais para as ocorrências. Ele disse que a gente não se via desde o acidente em que ele bateu atrás do meu carro numa avenida quando eu estava indo ao trabalho, arrebentou o meu para-choque, quando eu vi que era ele, fiquei tranquilo. Eu achava que a gente tinha se visto depois outras vezes, mas isso não faz a menor diferença mesmo, o quanto ele teria para contar sobre a época que a gente trabalhava junto, não sobre a gente, mas sobre os outros é que não poderia passar em branco, todo mundo tem alguma coisa para relatar quando se é motorista durante tanto tempo, mas tem uns, mais que os outros, que tem alguma coisa a mais, esse é a grande diferença entre as pessoas.

O furto do celular

Não é a primeira vez que acontece, mas sempre tem ocorrido no horário do meio dia. Estou falando do furto dentro do local do trabalho, coisa que ainda acontece. Já trabalhei num lugar em que o furto era a forma como o funcionário tinha de ganhar para sustentar o vício que lhe atormentava a alma, quem faz é porque perdeu a dignidade há muito tempo e está poluído, oportunista e carente consigo mesmo, não se aceita e eu diria que se detesta, perdeu a auto-estima e vive em conflito com seus medos e fantasmas, é um amaldiçoado. Entrar dentro de uma sala, aproveitando a deixa do almoço e arrancar o aparelho da carregador e sair com ele como se nada tivesse acontecido, precisa de coragem, de uma força imponente tirada sabe-se lá de onde. Para quem sofre a perda é sempre um trauma de não confiar e não aceitar mais que as pessoas possam merecer estar ao seu redor, já que foi vítima de uma armadilha não provocada, um descuido e um sem querer pensante de quer responder a pergunta: - como é que pode isso? pergunta-se incrédulo. Dentro do lugar onde trabalha todos os dias, seria como quase que fosse dentro de casa. Eu me lembro que uma vez, minha dentista me contou o furto que ocorreu dentro da casa dela, de ter chegado em casa e ter encontrada a porta entreaberta, já pensando no pior, chamou a polícia, até o congelador haviam limpado, até a data do rancho havia sido planejada, a empregada nunca mais apareceu. Todo mundo tem medo de entregar a chave da casa para o empregado, pois é quem com ele convive é que pode ser o problema, isso não se faz sozinho. A questão aqui é uma apenas, os motivos do arrombamento, das circunstâncias e da maneira que ocorreu a história ter acontecido daquela forma. Nós somos vítimas das nossas próprias convicções e da forma como conduzimos as questões que envolvem todos que estão ao nosso redor, nós somos o nosso próprio destino.