segunda-feira, 17 de novembro de 2025

furiosa

 Assisti ontem, novamente, e como a primeira, desisti na terceira parte do filme. o começo realmente levava a ser um filmaço mesmo, mas é que dão tantas voltas que a gente não sabe mais de que lugar estão falando se é ou não da vila gasolina...o anterior estrada da Fúria foi muito mais surpreendente e divertido, nesses filmes precisa ter a cena da loucura e bizarrice total, que dão conta que o filme vai ter ou não continuidade, mas necessita das figuras que projetem o interesse, acho que não é fácil dirigir e pensar num filme dessa amplitude.

A diferença entre elas, as mais importantes

 a primeira dama, a mãe, a enxaqueca, a profissional.

a Carré, aquele nariz, era ,muito boa de cama, mas acabou ameaçando a amizade por intercorrência do filho mais novo.

 a lora do 71, uma bruxa. A noite mais romântica em todos esses anos.

a KK, sabia tudo, uma mestre, uma mulher que precisava de ter um Homem a altura, quase uma esposa.

a Janda, deveria ser domesticada, foi uma mulher que gostava da coisa, mas tinha aversão por qualquer Homem na vida real.

A Val, que ainda está presa na figuras dos maridos  traidores, para ela todo Homem não vale nada o que restringe a atuação sexual sob diversos ângulos

Tiveram outras que não foi possível estabelecer uma relação, como a Creusa, A juíza, a Luiza que foi minha noiva...é necessário dormir com a pessoa para estabelecer a conexão em determinado momento.



A mãe que tinha um poder impressionante, a gestora, influenciadora

- Eu acho, sinceramente, que me faltou orientação para o futuro; no sentido do que fazer, e como fazer! ... mas, entendo que só me deram o que tinham pra me dar; simples assim! ... Hoje eu poderia estar num patamar profissional bem mais elevado! ... Porém, como já disse, não tenho fo que me queixar: recebi mais que o merecido!!!!


- então, a gente tinha 2 tios que trabalhavam na antiga CRT, e a mãe foi lá no tio Rubens e pediu emprego para os dois, Roger e Sergio, que conseguiu que eles fizessem um teste para ver se podiam entrar lá, o Rildo passou e o Severino não, a mãe foi lá saber o que havia acontecido e não acharam a prova do Severino, ele entrou então sem a prova ser achada, depois veio o WCP, engenheiro, a mãe foi lá e pediu emprego para o ele, que entrou também. Quando eu saí do Serviço Federal a mãe foi ao meu primo em Brasília pedir para me recolocar lá que eu havia sofrido um golpe, mas era tarde demais, minha ex-mulher, que conheci lá, em situação duvidosa, disse que aquela empresa nunca mais foi a mesma com a minha saída, imagina, Brasília pediu para me colocar de volta lá...

Então, na realidade, todos 03 deviam os empregos por mais de vinte e cinco anos para iniciativa da mãe, e por pouco ela não conseguiu resolver até a minha vida no Federal, eu criei nojo daquela empresa, mas a gente não sabe que a coisa sempre pode piorar...aquilo para os meus três irmãos não teve a dimensão do que eles deviam para ela, e o que ela garantiu o futuro de todos eles e das famílias com aquela iniciativa, eles ganhavam muito bem, e ficaram assim, até a CRT ter sido privatizada, todos fizeram patrimônio e se aposentaram com base por lá.

ser referência

- Época de muita incertezas, medos, vergonhas, ...

 Eu ainda não perdoei as minha timidez: fez eu praticamente perder a minha juventude!

- Todos passamos por isso, eu tive uma educação do tipo faço que eu digo mas não faça o que eu faço...

 Atrapalhou muito o meu desenvolvimento emocional, afetivo etc...mas acabou por me dar resiliência e novas bases e tentar repassar ao filho aquilo que não servia.

 Acho que a RR devia ter tido a coragem de se infiltrar no nosso grupo, ela poderia ter nos aconselhado principalmente do que não fazer...mas isso só poderia ser feito  com base na verdade sabida, a gente não sabia da missa a metade, éramos como diz o Luizito, puros ingênuos...e acho aquela postura poderia ser melhor orietanda, mas acho que a gente não era sério o suficiente para suportar, seria muita responsabilidade e ainda tinha a extraterrestre que ia ficar lôca.

 teu problema era aquele, não bebia; e eu bebia por nós dois...tu queria ver o que estava acontecendo e eu queria era não saber de nada...temos tantos epsódios que não me lembro dessa timidez, a gente tinha sim, muita coragem e determinação, sem dinheiro e sem padrão, a gente andou muito e falou muito sobre tudo, eu acho até que a gente era referência para muita gente...

sexta-feira, 14 de novembro de 2025

Policial militar é suspeito de atirar contra esposa e matar jovem na região central do RS, diz polícia

- Pois é ....resultado: o corno morto, o amante morto e mais uma "pobre vítima" de eventual feminicídio registrada para as estatísticas.

Eu já falei sobre isso, ser corno e ser amante está correndo riscos igual. Enquanto o Estado não promover a defesa pessoa da Mulher, vai ser isso aí sempre, pode botar secretaria, delegacia, tornozeleira, que não vai impedir, o lôco é tão doido que ainda se mata, eu digo que tudo tem a ver com a intimidade, que ninguém quer perder, mesmo já tendo perdido, a mulher precisa estar a frente do maluco e saber a hora certa que ele vai atacar para matar e...atirar primeiro, sem chances.

quinta-feira, 13 de novembro de 2025

tABLADO

 voltei...pois então, naquela época a gente andava muito junto na noite, explorando a nossa vasta experiência emocional, ali pelos lados do Cascalho, uma famosa casa dançante no centro, igual aquela eu me lembro do Tablado, na Marechal, aqui ali sim era um bar bom, dançante, ali tudo poderia acontecer,  mas neste caso, já era nos anos de 1990, quando tocava aquela música A Little Respect, muitas vezes estive lá naquele lugar, enfim, estava falando do Cascalho, só que naquela hora da noite, a gente foi pego de surpresa pela polícia numa batida, a gente até pensou em correr, mas não dava mais, enfim, demos um carteiraço e eles disseram para gente vazar...dali saímos, a pezito, quase que fugindo, resolvemos então ir para um inferninho na João Pessoa, daquele estive com o falecido João uma vez, emblemática, que não vou contar aqui agora sobre essa noite, estávamos ali sentados, olhando o movimento, quando de repente: "acende a luz"!!!! os mesmos policiais que nos atacaram lá no subúrbio quando nos viram disseram "vocês aqui, já disse para vazarem"...história maluca...lembra agora?

A SOBRINHA DO PROF. RAIMUNDO

 fico pensando se alguém se declarasse para mim como acontecia com o Darci, que o mulherio dizia que queria ficar com ele, já naquela época, e ele se desviando, fazendo de conta que não era com ele, acho que eu desmaiaria na hora...

Eu tive um romance com a sobrinha do prof. Arno, nosso vizinho ali da Getúlio, eles faziam gosto daquele namoro, mas ela tinha um signo danado, faca na bota, depois de muitas cartas eu fui até Santa Cruz...num carnaval, acho que ali começou a mística da camisa 7...no começo do romance, eu ia na casa da irmã dela para gente jogar WAR e talicoisa, e foi ali que eu vi a nossa inexperiência...a guria teve um ataque choro, na casa da irmã, mas chorava copiosamente, eu sem entender e o que dizer, além de calma, eu devo ter feito alguma coisa, talvez um beijo, ou um abraço, talvez um olhar...e a guria ficou daquele jeito...a irmã dela tinha saído para ir no mercado com o marido, e eu fiquei lá daquele jeito...com ela.

Roselaine Santana

- vocês lembram da Roselaine Santana?

 - Prefiro não lembrar...

- Ela disse que foi minha colega, no Col. Presidente Roosevelt e no Infante!

 Por quê?!!

-  Olha, a história naquela época foi bizarra, mas eu não esqueci...e eu associo muito ao caso da Nara...

: Já contei isso aqui...mas a parte da Roselaine eu não contei...

- Eu não consigo lembrar dela....

-  foi na época da Árima, ela andava com aquele time ali...eu gostava da Árima, principalmente do nariz dela, o que deixava ela muito bonita, ao meu ver, sempre gostei de um nariz que tivesse presença e era o caso do da Árima, mas não estamos falando dela e sim da roselaine. Aquela vez que a Nara me botou os cachorros quando me aproximei dela e ela mostrou aquele preconceito de quem tem medo, sabem...pois é botou até a Maria Regina no bolo, eu acho que a Maria Regina gostava mesmo era do Maineiri, mas isso também é uma outra história, naquela mesma época, eu saí um dia com a Roselaine, e fomos conversando até a esquina de casa, a gente usava uniforme, e devo confessar que ela tinha um corpo bem bonito, mas como eu era pateta naquela época, nunca tive maldade nenhuma com ela, mas certa vez ela se aproximou da minha classe e acho que eu tinha passado a mão na bunda dela e me xingou na frente de todo mundo, me lembro até hoje o que ela disse: "era isso que tu queria, né?!?!?!?" e eu não me lembro qual foi a reação, mas fiquei pasmo, como é que poderia aquilo, um colega passar a mão, logo na bunda da colega...e depois que a gente tinha até caminhado junto...alguém poderia me explicar isso?

As intercorrências

- Nossa mente, nossos hábitos e nossas concepções sobre o nosso mundo adulto são moldadas (e sempre serão) pelo nosso inconsciente, Nelson! ... Somos o que nisso tudo? Vítimas? ... Creio que não! ...

- O nome certo é Damiã

-  Tô dizendo...

Aqui no trabalho tenho visto isso, penso uma coisa e escrevo outra, analisei pela IA o que seria, o inconsciente?

Bom dia!!!!

De qualquer forma peço desculpas pela minha falha, a gente deveria se atentar mais aos detalhes e não ao todo, como forma de nos policiar, e tenho visto que agora, parece que se exige mais atenção sobre tudo que está ao nosso alcance, mas que a gente não percebe. Acabei, por exemplo, tendo que escrever o que é preciso lembrar antes de sair de casa, fica tudo amostra, como num brechó, isso me obrigado a ser mais concentrado. O Luizito também deve ser assim com a questão da idade, ter que ter controle sobre tudo e todas as coisas que administra.

Mesmo assim, ainda somos pegos de surpresas por várias intercorrências, essa eu considero grave porque a RR poderia até pensar outra coisa, mas dar mole acaba nos levando ao labirinto de arrogância, a gente sabe que pode dar problema, e acaba não fazendo nada, depois tem que correr atrás para apagar incêndio.

A resposta à rede wi-fi

 "...era construir um túnel para chegar e sair da Arena..."

Brasileirinhos sempre querendo um presentinho a mais!

Eu fui sócio 40 anos, depois virei idoso, vou de meia, participei intensamente da vida clube, desde as piscinas, etc. etc. etc....até esse ano, eu vou em todos os jogos do Grêmio, na cadeira gramado, meu lugar favorito, mas ir em jogo depois das 21h, não tenho mais condições...a logística ainda é ruim, só quem vai na arena desde o início sabe o que é sair, naquela época, mais de uma hora dentro do estacionamento, sem ter como sair...deixa eu sonhar, pô! Eu mereço!

Bah...
Quem sabe uma pessoa pra te buscar em casa e colocar sentado numa poltrona do estádio?
kkk, pessoal não sabe nada, morei 20 anos na frente do Olímpico, na Eurico Lara, depois eu ainda achava longe, resolvi morar na Gastão Mazeron, aí sim, na frente do Olímpico, só tinha que atravessar a rua, vivia aquele cenário intensamente em dias de jogos, sócio há mais de 40 anos, gosto de ir no estádio, vou de meia porque a idade chegou, o pessoal me pedia para reservar lugar lá, porque eu morava na frente, mas isso não quer dizer que eu não chegava atrasado, o pessoal guardava o meu lugar, sempre!