"A Amazônia em chamas, a censura voltando, a economia estagnada, e a pessoa quer falar de quê? Dos cafonas. Do império da cafonice que nos domina. Não exatamente nas roupas que vestimos ou nas músicas que escutamos — a pessoa quer falar do mau gosto existencial. Do que há de cafona na vulgaridade das palavras, na deselegância pública, na ignorância por opção, na mentira como tática, no atraso das ideias.
O cafona fala alto e se orgulha de ser grosseiro e sem compostura. Acha que pode tudo e esfrega sua tosquice na cara dos outros. Não há ética que caiba a ele. Enganar é ok. Agredir é ok. Gentileza, educação, delicadeza, para um convicto e ruidoso cafona, é tudo coisa de maricas.
O cafona manda cimentar o quintal e ladrilhar o jardim. Quer todo mundo igual, cantando o hino. Gosta de frases de efeito e piadas de bicha. Chuta o cachorro, chicoteia o cavalo e mata passarinho. Despreza a ciência, porque ninguém pode ser mais sabido que ele. É rude na língua e flatulento por todos os seus orifícios. Recorre à religião para ser hipócrita e à brutalidade para ser respeitado.
A cafonice detesta a arte, pois não quer ter que entender nada. Odeia o diferente, pois não tem um pingo de originalidade em suas veias. Segura de si, acha que a psicologia não tem necessidade e que desculpa não se pede. Fala o que pensa, principalmente quando não pensa. Fura filas, canta pneus e passa sermões. A cafonice não tem vergonha na cara.
O cafona quer ser autoridade, para poder dar carteiradas. Quer vencer, para ver o outro perder. Quer ser convidado, para cuspir no prato. Quer bajular o poderoso e debochar do necessitado. Quer andar armado. Quer tirar vantagem em tudo. Unidos, os cafonas fazem passeatas de apoio e protestos a favor. Atacam como hienas e se escondem como ratos.
Existe algo mais brega do que um rico roubando? Algo mais chique do que um pobre honesto? É sobre isso que a pessoa quer falar, apesar de tudo que está acontecendo. Porque só o bom gosto pode salvar este país."
Nelsnpoa: [16:22, 28/08/2019] Pois lendo a coluna da Fernanda eu vinha tentando resgatar essa "diferença" que nos eleva a um patamar de pensamentos tão distantes, eu diria que seria igual ao limite quando ele tende a zero pela esquerda, é sem saída, tem coisas que a família tem nas suas origens a sua força com o sangue que corre nas veias, assim são os pensamentos. Eu com certeza seria igual, até o dia que eu decidi que não queria ser mais assim, eu queria realmente ser "diferente", começou lá pelos anos de 90, quando comecei a fazer meus primeiros cursos de relações humanas.
[Depois começou a se suceder um após o outro, ABRH, CRA, CRECI, e outros voltados especificamente a área de RH, em 95 uma pós graduação em Adm de Recursos Humanos, até palestras dei sobre o tema, e os caminhos se abriram mais ainda, cursos de gerenciamento em Recursos Humanos, fiz um curso na , sobre liderança em que fui aplaudido pela minha visão de participação de todos no processo de construção do meu grupo e da empresa.
Nelson: Após continuei como Presidente de Comissões, onde o meu discurso era para os faltosos, que podia a minha largar ele de mão, o filho não procurar por ele, a bebida tomar conta, as drogas consumir os pensamentos dele, até o cachorro ia abandonar ele, mas o único lugar que não iria abandonar ele, era o trabalho, aquele era a única alternativa de que ele poderia ser visto e respeitado ainda como um ser humano que merecia valor, de que até o chefia teria que respeitar ele, pois aquele lugar era dele e que ele tinha que ser respeitar e respeitar, e colocava o processo em cima da minha mesa dizendo que eu estaria acompanhando eles, eles nunca voltavam para falar comigo e mandava o processo para arquivar.
[16:23, 28/08/2019] Nelsonpoa: Não posso me considerar um cafona, já fui chamado assim, quando usava as calças dos meus irmãos, quando trabalhava numa empresa pouco séria na época, a minha calça de passarinho era do meu irmão ...hoje esse termo para mim está muito, mas muito longe do que eu penso em relação às pessoas e as suas necessidades, essa é a diferença que tanto me atrapalha, e brega é quem gosta de Cadeira de Rodas, a música, Reginaldo Rossi, essas coisas...eu já não consigo mais ouvir as músicas como antigamente...com o tempo sei que a gente piora, mas seu estudei tanto e trabalhei tanto com isso, não é justo que eu tenha que ser aquilo que eu passei longo tempo tentando não ser.
domingo, 10 de novembro de 2019
Síndrome de Peter Pan sem sentido
Estamos falando aqui de tempo, de cada um ter o seu tempo, principalmente de amadurecer. Têm pessoas que demoram para amadurecer mais que as outras, algumas carregarão sempre consigo a síndrome de Peter Pan, por mais que tentem apoio para se desvencilhar desse abismo de insegurança que cruzam a vida delas. No que destoamos é na verdade das variáveis que não temos controle sobre o tempo, que cada um vem seguindo normalmente no processo de vida. Se a pessoa não seguiu o seu caminho ou destino no tempo correto, é porque alguma coisa durante o espaço acabou por prejudicar ou afetar a vida emocional, emotiva ou profissional dessa pessoa. Poucos têm a coragem de olhar para trás, mesmo sabendo da necessidade de ter que mudar, mudanças significado sair da zona do conforto, de ousar fazer o mesmo de forma diferente, mesmo sabendo que o caminho foi desviado, continua insistindo que aquele é o caminho certo, mesmo sabendo que não é. O que nos move perante ao mundo, são os exemplos, aqueles que identificam a nossa posição perante ao mundo, as atitudes e definem o nosso caráter perante a vida. Quando falamos a última vez sobre ser parecidos, o SP disse que o filho é muito diferente dele, quieto, calado, não se comunica, brigamos... porque eu disse que o filho era igual a ele, igual, ele repetia as mesmas coisas que o SP fazia quando estava ainda com a ex, eram iguais, depois ele falou que nunca foi calado, mas nunca escutou o filho sobre entrar em casa e não dar chance para o diálogo somente reclamações... era uma outra vida, que somos obrigados a nos modificar quando iniciamos uma nova relação, eu sempre digo assim, até para continuar o mesmo a gente precisa mudar. O que esse vídeo não mostra é o reinício aos 52, 53 e a chegada aos sessenta como se a gente ainda estivesse nos bancos escolares, e precisando reaprender tudo que se experimentou e conquistou durante os primeiros cinquenta anos, esse desafio é que torna tudo muito mais inspirador e desafiador, a gente acaba escrevendo tudo em forma de memórias, isso sim vale a pena querer saber onde estamos de fato inseridos no contexto e quando o universo paralelo vai nos dar uma nova chance de caminhar sem as amarras que nos prendem.
Meio bizarro, mas é isso: na prática, o autor virou réu e vice-versa. As entidades sindicais – que em 2011 haviam entrado na Justiça pedindo a extinção do Instituto Municipal da Estratégia de Saúde da Família (Imesf) – agora estudam formas de reverter a própria vitória. Ou pelo menos de adiá-la.
Já a prefeitura, fundadora do Imesf, até agora não moveu uma palha para retardar os efeitos da decisão do Supremo Tribunal Federal. E o efeito mais traumático é a demissão iminente de 1.840 profissionais, entre médicos, enfermeiros e agentes comunitários.
Vamos por partes: lá em 2011, ao pedir o fim do Imesf, a intenção dos sindicatos era impedir que os funcionários fossem contratados com base na CLT. O governo Fortunati, naquela época, havia criado o instituto justamente para isso – sem as amarras do estatuto dos servidores, seria mais fácil contratar, cobrar e demitir funcionários.
Oito anos depois, a estratégia sindical se revelou um tiro no pé. Com a extinção do Imesf, o atual governo agora corre para botar em prática o plano que considera ideal – e que, na avaliação dos sindicatos, é ainda pior do que aquele arquitetado na gestão Fortunati.
Marchezan promete qualificar os serviços repassando a administração dos postos de saúde para organizações sem fins lucrativos. Nesse modelo, os profissionais passariam a ser contratados por essas organizações – ou seja, não teriam mais vínculo com o poder público (que tradicionalmente demite menos e oferece mais benefícios) e receberiam salários provavelmente menores.
Em resumo, o governo gostou da decisão do Supremo. É por isso que, até agora, não entrou com os chamados embargos de declaração – esse tipo de recurso, por solicitar esclarecimentos ao tribunal, evitaria que as 1.840 demissões ocorressem de forma tão imediata.
Aliás, são as entidades sindicais que agora se articulam, em reuniões com advogados, para entrar com os embargos nos próximos dias: ainda querem o fim do Imesf, mas, dado o contexto atual, preferem jogar a extinção mais para a frente. A população, no meio da rixa, nesta quarta-feira (18) viu 17 postos de saúde sem funcionários.
A posição da prefeitura
Nesta quinta-feira, a prefeitura de Porto Alegre emitiu nota em resposta à coluna. Confira abaixo a íntegra do texto:
"A Prefeitura, por meio da Procuradoria Geral do Município, entrou com todos os recursos possíveis para tentar reverter a ação que resultou na extinção do Instituto Municipal de Estratégia de Saúde da Família (Imesf). A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) foi publicada em março. Em abril, o Município recorreu novamente, formulando um novo pedido de efeito suspensivo e pedido de modulação de efeitos. Em agosto, apresentou memoriais para tentar reverter a decisão que negou seguimento ao Recurso Extraordinário.
Neste momento, todo e qualquer recurso seria somente protelatório e não mudaria a decisão do STF, apenas prolongaria a situação de instabilidade da população e dos profissionais. Seria apenas uma manobra jurídica que poderia resultar, inclusive, em multa judicial.
É importante lembrar que o processo foi criado, em 2011, pelos próprios sindicatos que representam categorias de trabalhadores. Não se trata de gostar, mas de olhar para a crise causada pelas próprias associações e modelos jurídicos falhos e transformá-la em uma oportunidade para oferecer mais saúde à população.
Com relação à proposta de transformar o Imesf em empresa pública, a administração esclarece que não é viável, porque empresas devem possuir natureza econômica e ter independência financeira. Portanto, o Município estaria tomando uma medida inconstitucional, da mesma forma como está sendo considerada pelo STF a criação do Imesf."
Nelsonpoa: Esse não é um país sério, como alguém cria uma um Instituto que já se sabia que era irregular? E como o prefeito não planeja uma saída sem que ao menos a população e os funcionários fiquem completamente a deriva e desnorteados?
Já a prefeitura, fundadora do Imesf, até agora não moveu uma palha para retardar os efeitos da decisão do Supremo Tribunal Federal. E o efeito mais traumático é a demissão iminente de 1.840 profissionais, entre médicos, enfermeiros e agentes comunitários.
Vamos por partes: lá em 2011, ao pedir o fim do Imesf, a intenção dos sindicatos era impedir que os funcionários fossem contratados com base na CLT. O governo Fortunati, naquela época, havia criado o instituto justamente para isso – sem as amarras do estatuto dos servidores, seria mais fácil contratar, cobrar e demitir funcionários.
Oito anos depois, a estratégia sindical se revelou um tiro no pé. Com a extinção do Imesf, o atual governo agora corre para botar em prática o plano que considera ideal – e que, na avaliação dos sindicatos, é ainda pior do que aquele arquitetado na gestão Fortunati.
Marchezan promete qualificar os serviços repassando a administração dos postos de saúde para organizações sem fins lucrativos. Nesse modelo, os profissionais passariam a ser contratados por essas organizações – ou seja, não teriam mais vínculo com o poder público (que tradicionalmente demite menos e oferece mais benefícios) e receberiam salários provavelmente menores.
Em resumo, o governo gostou da decisão do Supremo. É por isso que, até agora, não entrou com os chamados embargos de declaração – esse tipo de recurso, por solicitar esclarecimentos ao tribunal, evitaria que as 1.840 demissões ocorressem de forma tão imediata.
Aliás, são as entidades sindicais que agora se articulam, em reuniões com advogados, para entrar com os embargos nos próximos dias: ainda querem o fim do Imesf, mas, dado o contexto atual, preferem jogar a extinção mais para a frente. A população, no meio da rixa, nesta quarta-feira (18) viu 17 postos de saúde sem funcionários.
A posição da prefeitura
Nesta quinta-feira, a prefeitura de Porto Alegre emitiu nota em resposta à coluna. Confira abaixo a íntegra do texto:
"A Prefeitura, por meio da Procuradoria Geral do Município, entrou com todos os recursos possíveis para tentar reverter a ação que resultou na extinção do Instituto Municipal de Estratégia de Saúde da Família (Imesf). A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) foi publicada em março. Em abril, o Município recorreu novamente, formulando um novo pedido de efeito suspensivo e pedido de modulação de efeitos. Em agosto, apresentou memoriais para tentar reverter a decisão que negou seguimento ao Recurso Extraordinário.
Neste momento, todo e qualquer recurso seria somente protelatório e não mudaria a decisão do STF, apenas prolongaria a situação de instabilidade da população e dos profissionais. Seria apenas uma manobra jurídica que poderia resultar, inclusive, em multa judicial.
É importante lembrar que o processo foi criado, em 2011, pelos próprios sindicatos que representam categorias de trabalhadores. Não se trata de gostar, mas de olhar para a crise causada pelas próprias associações e modelos jurídicos falhos e transformá-la em uma oportunidade para oferecer mais saúde à população.
Com relação à proposta de transformar o Imesf em empresa pública, a administração esclarece que não é viável, porque empresas devem possuir natureza econômica e ter independência financeira. Portanto, o Município estaria tomando uma medida inconstitucional, da mesma forma como está sendo considerada pelo STF a criação do Imesf."
Nelsonpoa: Esse não é um país sério, como alguém cria uma um Instituto que já se sabia que era irregular? E como o prefeito não planeja uma saída sem que ao menos a população e os funcionários fiquem completamente a deriva e desnorteados?
Sobre o discurso do presidente na ONU
Eu passei anos tentando me esconder, usei preto por diversos anos, ainda uso, a minha credibilidade era o meu nome, as coisas que fiz e me arrependo ficaram no anonimato, para chegar um fdp e acabar com a minha seriedade...é como deixar o celular sem a senha na frente da mulher e ir no banheiro...pqp
-Se prefere estocar vento.. problema é teu.
eu sou uma piorra...um catavento praticamente...
-Se prefere estocar vento.. problema é teu.
eu sou uma piorra...um catavento praticamente...
Pais saindo do socialismo vs outro liberal na economia
Que comparação maravilhosa, merece prêmio...num país onde criança leva uma bala nas costas e se suspeita que tenha vindo dos "amigos"..,só nos mostra que a elite tem uma avaliação bisonha do mundo real e continua presa a um status quo de vida financeira fácil e comida na mesa...vives em outro mundo desde sempre...
Bota a culpa no Lula,,,vai
Bota a culpa no Lula,,,vai
Almôndega de carne da tia Nena
"Não sei vocês, mas eu acabo exagerando em 100% das vezes que faço churrasco na minha casa. Se tivesse que apontar um motivo, seria meu gosto por provar vários cortes. Nesse ritmo, mantenho o fogo e vou conduzindo tudo de forma tranquila. Por isso, confesso que quase sempre sobra carne. Algumas viram feijão para a semana. Outras, carreteiro para o dia seguinte. Já fiz até lasanha, que ficou uma maravilha.
Nesta semana, trouxe dois preparos que adoro: um molho com carne de porco picadinha e uma almôndega com carne de churrasco que a inspiração vem da receita da minha querida tia Nena – fiz usando a minha memória e ficou deliciosa. Depois, eu acabei tendo acesso à versão original e vi que era um pouco diferente. Mas fiquei orgulhosa de ter conseguido reproduzir algo que fez parte da minha vida.
Churrasco é, definitivamente, um dos meus programas favoritos. Chamo de programa porque não é uma simples refeição. E o melhor é que, aproveitando as carnes que sobram, conseguimos criar novos sabores e, de certa maneira, prolongar a experiência.
Beijo, beijo."
ALMÔNDEGA DE CARNE DA TIA NENA
Ingredientes:
- 500g de carne de churrasco
- 1 pão francês dormido
- 1/2 copo de leite
- 1 ovo
- Sal a gosto
- Noz-moscada Fritz & Frida
- 1 xícara de farinha de trigo
Modo de preparo:
1 Em um processador, bata a carne que sobrou do churrasco. Reserve.
2 Em uma tigela, esfarele o pão e umedeça-o com o leite.
3 Na mesma tigela, adicione a carne e o ovo.
4 Misture bem até formar uma massa. Tempere com sal e noz-moscada a gosto.
5 Faça bolinhas com a massa, passe-as na farinha de trigo e frite-as em óleo bem quente.
6 Retire do fogo, escorra o óleo e sirva.
Nesta semana, trouxe dois preparos que adoro: um molho com carne de porco picadinha e uma almôndega com carne de churrasco que a inspiração vem da receita da minha querida tia Nena – fiz usando a minha memória e ficou deliciosa. Depois, eu acabei tendo acesso à versão original e vi que era um pouco diferente. Mas fiquei orgulhosa de ter conseguido reproduzir algo que fez parte da minha vida.
Churrasco é, definitivamente, um dos meus programas favoritos. Chamo de programa porque não é uma simples refeição. E o melhor é que, aproveitando as carnes que sobram, conseguimos criar novos sabores e, de certa maneira, prolongar a experiência.
Beijo, beijo."
ALMÔNDEGA DE CARNE DA TIA NENA
Ingredientes:
- 500g de carne de churrasco
- 1 pão francês dormido
- 1/2 copo de leite
- 1 ovo
- Sal a gosto
- Noz-moscada Fritz & Frida
- 1 xícara de farinha de trigo
Modo de preparo:
1 Em um processador, bata a carne que sobrou do churrasco. Reserve.
2 Em uma tigela, esfarele o pão e umedeça-o com o leite.
3 Na mesma tigela, adicione a carne e o ovo.
4 Misture bem até formar uma massa. Tempere com sal e noz-moscada a gosto.
5 Faça bolinhas com a massa, passe-as na farinha de trigo e frite-as em óleo bem quente.
6 Retire do fogo, escorra o óleo e sirva.
Conselhos para desempregado
[16:07, 26/09/2019] Nelsonpoa: Segue os mesmos conselhos enviados na mensagem em 01/07/2019 para o grupo.
[16:10, 26/09/2019] PP: Exatamente
[16:10, 26/09/2019] PP: Está gravado
[16:12, 26/09/2019] Nelsonpoa: infelizmente isso é um exercício diário...não tem como fugir disso:
[16:12, 26/09/2019] Nelsonpoa: Concentração, foco, determinação, limpeza material e espiritual, sem ressaca, sem celular, horário rígido, cumprir metas e OBDCr os padrões da empresa, cumprir o regimento interno, whatzapp e facebook profissional, com estilo clássico, é o que se exige do profissional que quer se tornar líder no seguimento de mercado.
[17:18, 26/09/2019] Juju: 👏👏👏👏👏
[17:38, 26/09/2019] WPr: Isto é programa de seminarista
[17:39, 26/09/2019] Nelsonpoa: SE não for assim, está fora do mercado. A regra é clara!
[16:10, 26/09/2019] PP: Exatamente
[16:10, 26/09/2019] PP: Está gravado
[16:12, 26/09/2019] Nelsonpoa: infelizmente isso é um exercício diário...não tem como fugir disso:
[16:12, 26/09/2019] Nelsonpoa: Concentração, foco, determinação, limpeza material e espiritual, sem ressaca, sem celular, horário rígido, cumprir metas e OBDCr os padrões da empresa, cumprir o regimento interno, whatzapp e facebook profissional, com estilo clássico, é o que se exige do profissional que quer se tornar líder no seguimento de mercado.
[17:18, 26/09/2019] Juju: 👏👏👏👏👏
[17:38, 26/09/2019] WPr: Isto é programa de seminarista
[17:39, 26/09/2019] Nelsonpoa: SE não for assim, está fora do mercado. A regra é clara!
Baseado num texto de Carpinejar - Filhos Tóxicos
[14:40, 07/11/2019] Nelsonpoa: Eu até gostaria que algumas coisas fossem diferentes, mas como sempre digo, todos nós temos uma personalidade forte e em algum momento essas questões de comportamento aparecem nas nossas vidas de uma forma que nem temos controle, essa capacidade de auto-análise e de entendimento sobre nós mesmos é que o X da questão. Estamos sempre certos, infelizmente. Eu tenho um exemplo bem próximo de mim, meu amigo há mais de 30 anos, estivemos sempre juntos nessa vida profissional e pessoal, ainda nos falamos pelo menos uma vez por mês. Em determinado momento da vida, ele precisou tomar uma decisão, ou ele ia viver a vida, ou ele ia cuidar da mãe que tinha alzheimer, foram muitas jantas, festas, eventos, compromissos que ele abdicou, ele deixou de viver a vida dele para viver a dela, e ele me relatava o significado dessa doença e definhamento, enfim, depois a vida veio para ele como recompensa, abrindo vários caminhos, ele até casou com uma loira, mas aqueles dez anos, será que ele perdeu ou ganhou?
[14:47, 07/11/2019] Nelsonpoa: Essa foi o mesmo texto, coincidência ou não, que recebi do SP hoje pela manhã...eu proporia talvez um outro texto, o dos pais tóxicos, que sufocam os filhos, que não permitem o crescimento deles, que com suas decisões afetam suas vidas e suas personalidades tornando-os pessoas que se tornam dependentes de todas as formas, possibilitando que um dia sejam roubados por aquilo que eles mesmos criaram, os pais precisam olhar primeiro para dentro de si mesmos, antes de olhar sobre os que filhos são ou se tornaram.
[14:47, 07/11/2019] Nelsonpoa: Essa foi o mesmo texto, coincidência ou não, que recebi do SP hoje pela manhã...eu proporia talvez um outro texto, o dos pais tóxicos, que sufocam os filhos, que não permitem o crescimento deles, que com suas decisões afetam suas vidas e suas personalidades tornando-os pessoas que se tornam dependentes de todas as formas, possibilitando que um dia sejam roubados por aquilo que eles mesmos criaram, os pais precisam olhar primeiro para dentro de si mesmos, antes de olhar sobre os que filhos são ou se tornaram.
sábado, 9 de novembro de 2019
Momentos de incertezas e paira uma nuvem...
Ano passado, nesta data mesmo, eu me lembro, o trabalho estava me corroendo, eu já não tinha esperança de que a coisa voltasse a ficar numa boa, os relacionamentos acabam ficando mais sensíveis e existia apenas uma alternativa, decidir entre manter a concentração, no final do ano acabou que tudo deu certo e tudo se resolveu, mas cada vez mais, no decorrer do tempo, os sinais e os indícios mostravam que não ia longe, que tudo estava ficando cada vez mais difícil e as diferenças estavam elevando tudo a um canal insustentável para manter algum compromisso que não me afetasse tanto a alma e os meus princípios, eu me tornei um intolerante e a minha paciência acabou jogando tudo para o meu eu, não havia mais como manter entendimentos que não me pertenciam, eu não evoluí, eu me desassisti de mim mesmo, eu acabei acreditando que eu conseguiria me acostumar com a minha própria identidade e encontrar as respostas que eu queria, e acabamos mesmo por seguir caminhos paralelos, na esperança talvez de um ou outro pudesse rever o significado de querer ficar por questões emocionais em contra partida com o resto, que seria ousar em não ter mais as condições de equilíbrio entre a emoção e a razão.
Com isso, essa falsa sensação de liberdade vai acabando nos contaminando com sensações de que o novo pode aparecer e nos tirar daquela sensação de perda, com isso, a vontade de escrever se foi, não a inspiração, isso a gente tem de sobra, mas chegar na cadeira e olhar para mesa que não oferecia as respostas que eu precisava acabou ficando um problema, acabei descobrindo uma coisa realmente incrível, o blog anda sozinho, e mesmo estando longe, ele vai mostrando que é possível continuar mesmo em situações como a de agora, onde realmente estou tentando me aproximar, e por isso, mesmo assim, não sabendo ao certo o que fazer com a nuvem de incertezas que pairam na minha vida pessoal e profissional eu clamo por aceites, e é essa a questão principal, eu não quero me entendam e sim me aceitem como eu sou, eu vislumbro nas pessoas aquilo que eu não vejo em mim, eu quero ser um ser ajustado e corretamente coerente com as minhas imperfeições sobre o que a gente quer de pensamento certo sobre o que almejamos em grande parte da vida pessoal e profissional, no entanto, somos seres imperfeitos e temos vícios e defeitos, que ainda bem não aparecem de forma tão evidente aos olhos dos outros, porque queremos aquilo que esperamos nos outros, o reconhecimento e o respeito merecido para podermos evoluir nesse nosso modelo de relacionamentos não tão claros e nem tão evidentes, as pessoas não querem se expor porque acabaram deixando em algum momento a sua capacidade de fraqueza a superar a sua capacidade do que pode, mas tem medo de tentar, mesmo quando o certo, nem sempre é certo, mas é justo e verdadeiro. Essas opções é que nos deixam vulneráveis e de alguma forma temerosos em quem acreditar.
Com isso, essa falsa sensação de liberdade vai acabando nos contaminando com sensações de que o novo pode aparecer e nos tirar daquela sensação de perda, com isso, a vontade de escrever se foi, não a inspiração, isso a gente tem de sobra, mas chegar na cadeira e olhar para mesa que não oferecia as respostas que eu precisava acabou ficando um problema, acabei descobrindo uma coisa realmente incrível, o blog anda sozinho, e mesmo estando longe, ele vai mostrando que é possível continuar mesmo em situações como a de agora, onde realmente estou tentando me aproximar, e por isso, mesmo assim, não sabendo ao certo o que fazer com a nuvem de incertezas que pairam na minha vida pessoal e profissional eu clamo por aceites, e é essa a questão principal, eu não quero me entendam e sim me aceitem como eu sou, eu vislumbro nas pessoas aquilo que eu não vejo em mim, eu quero ser um ser ajustado e corretamente coerente com as minhas imperfeições sobre o que a gente quer de pensamento certo sobre o que almejamos em grande parte da vida pessoal e profissional, no entanto, somos seres imperfeitos e temos vícios e defeitos, que ainda bem não aparecem de forma tão evidente aos olhos dos outros, porque queremos aquilo que esperamos nos outros, o reconhecimento e o respeito merecido para podermos evoluir nesse nosso modelo de relacionamentos não tão claros e nem tão evidentes, as pessoas não querem se expor porque acabaram deixando em algum momento a sua capacidade de fraqueza a superar a sua capacidade do que pode, mas tem medo de tentar, mesmo quando o certo, nem sempre é certo, mas é justo e verdadeiro. Essas opções é que nos deixam vulneráveis e de alguma forma temerosos em quem acreditar.
Luiza
Esse facebook é realmente impressionante...foi assim que a mensagem desapareceu e eu não consegui mais o contato, apenas consegui identificar a pessoa, a imagem, o rosto, enfim era ela mesmo. Já havia procurado há algum tempo atrás, mas era como procurar o que não se sabia se seria possível identificar alguma coisa que me fizesse lembrar. Lá fomos nós novamente, procurar apenas pelo nome e sobrenome postado, não estava completo, por fim depois de perder foi encontrado e a grata emoção de poder revê-la como se estivesse amadurecido, se tornado uma presença que pode nos trazer a sensação de que se tornou uma mulher elegante e jovial, uma presença marcante mesmo depois de tantos anos. É impossível conhecer uma pessoa por uma história que não se sabe e nem foi acompanhada com o decorrer dos anos, apenas fragmentos de uma lembrança de que não se perdeu durante tantos anos, só ficou alguns momentos de coragem e de atitudes, como aquela vez que desafiei a estrada e fui ao seu encontro, eu não queria tornar aquilo uma momento constrangedor, nem assustador, eu talvez, naquele momento eu queria dizer que eu me importava sim, queria estar presente para falar e dizer por mais que houvesse o afastamento havia a emoção da pessoa, de gostar dela e sorrir para ela, num tempo em que tudo era possível acontecer, jovens, emotivos e ainda pensadores de uma sensação que nos impulsionou a algum dia fiarmos juntos, eu ainda mantive as cartas, até hoje estão comigo, aqui no blog eu escrevi cada uma, exatamente como recebi, apenas como forma de dizer que não esqueci, que nunca deixei de lembrar, que o que aconteceu foi uma grande capacidade de conexão entre duas pessoas talvez porque não dizer de almas gêmeas.
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