terça-feira, 14 de maio de 2019

Martha Medeiros comemora 25 anos de carreira com antologia de cem crônicas

Volume lançado este mês pela editora Planeta traz também quatro textos inéditos de uma das cronistas mais populares do país

Nelsonpoa: Quem não gosta de MM, pois é, li alguns dos seus livros e vários textos da internet eu mesmo repassei, aquilo nos fazia bem. Em determinada época, aos domingos, a gente até comprava a Zero Hora, que mais da metade do jornal era classificados, por causa da coluna dela entre outros. Então, o que aconteceu que não tive mais interesse? Sendo sincero, não acredito mais no que ela diz e não me sinto abençoado com as suas palavras, que tanto nos motivaram a tentar ser mais positivo em relação à vida e aos relacionamentos. 
Deixei de me interessar por MM não por que ela pensa e acredita, mas exatamente, pelo que ela não acredita, e a partir desse momento, falar sobre relacionamentos, por exemplo, você deve ser um sucesso, ou ser uma forma de ser seguida, não é o caso dela; como a grande maioria, até porque ela é normal, também bateu e apanhou no sentido fantasioso da palavra, e desculpem a minha opinião, parei de ler MM para não me sentir mais culpado ainda, por não acreditar e achar que aquilo não é um caminho certo, pelo que ela não representa mais para mim, enfim, não quero desmerecer o meu passado que me mostrou uma coisa, a verdade precisa ser mostrada de outra forma, e não podemos ser enganados por aquilo que não existe, é um sentimento apenas que não importa, mas que precisa e deve ser registrado, e olha que ainda às vezes me vejo tentado a abrir o jornal e tentar, mas agregado aos momentos que realmente me deixaram bem menos interessados por situações que dizem às mulheres e a forma como elas se relacionam com o mundo e com os Homens, diante disso, precisamos, nós Homens, ter a coragem de ver um novo padrão de comportamento em razão dos relacionamentos e o empoderamento da mulher nos tempos atuais. Prefiro ler um Fabrício C. em sua fase romântica e espetaculosa quando se pensa nos relacionamentos, é jovial, é belo, é emocional, mas fantasioso, nos diverte.  
Eu comecei a escrever em 2001, e a forma era completamente artesanal e na forma de registro, para um livro no futuro, e encontramos vários textos aqui no blog dessa fase. Depois em 2011 foi o início desse blog, e depois de um problema de saúde a partir de 2014, mais intensamente até hoje, que ainda não pude dedicar-me somente a escrever eu ainda trabalho numa empresa. O que é mais interessante aqui, é que o anonimato nos deixa muito mais leves para escrever, ainda tenho alguns textos "escondidos", dizem muito, mas não tem referência verdadeira, porque não servem de exemplo, apenas de observação. O anonimato não me deixa evoluir porque o marketing e a parte tecnológica da questão vem de uma opção de ser um elemento aberto e com poder de comunicação, ainda não posso fazer isso e não sei quando puder se ainda terei essa vontade. Continuar ser lido mais fora do Brasil é o grande desafio e que aqui, a situação melhore em todos os sentidos, espero que algumas poucas histórias que ainda deverão aparecer por aqui, represente muito na vida de cada um.

Dono decide fechar Botinha da Zona, loja centenária de Porto Alegre: "Saio por cima, sem dever um centavo para ninguém"

Tradicional local da Avenida da Azenha deve encerrar atividades no dia 31 de maio

A Azenha é um shopping a céu aberto, tinha tudo para ter um projeto a altura das pessoas que passam lá todos os dias. Essa do kichute já era antiga, mas 25 anos apenas faz-me lembrar que o tempo passou, para mim também. A botinha um sobrevivente dos planos econômicos? Duvido! Empresário de sucesso no seu ramo, sabe-se lá o que fez com o dinheiro e quantas famílias empregou e ajudou na sua trajetória, para se manter tanto tempo, até a Catraca não resistiu. O que provavelmente deve valer alguma renda deva ser a marca, que deverá ainda permanecer, se as coisas evoluírem em cima de uma perspectiva comercial. Trabalhar até os 87 anos sim, esse é o fundamento para se manter vivo, corpo em movimento e cabeça pensando.

A conta chegou e todos precisam aprender a viver com menos dinheiro 05/05/2019 às 14:52


O Editorial deste domingo (05) da Folha de S.Paulo revela o óbvio: acabou o dinheiro! No entanto, ataca suas consequências e não rende uma única palavra às suas causas. Ok. Vamos falar de futuro então...

Após 30 anos de gastança desenfreada e muitos roubos e mordomias aos amigos da corte candanga, nossos "intelectuais" exigem que o Governo Bolsonaro — em especial o ministro Paulo Guedes — resolva a desgraceira imediatamente, como num passe de mágica.

Fico imaginando como são as casas dessas pessoas, como elas fazem a gestão de suas finanças pessoais. Deve ser uma marafunda. Senão, vejamos...

Na casa de qualquer cidadão, quem gasta mais do que ganha fica endividado. Esse endividamento tem limite, que, quando alcançado, exige medidas de austeridade fiscal até que o cidadão aprenda a viver como pode exclusivamente daquilo que ganha.

A conta é simples, mas o processo é duríssimo.

Cortam-se, primeiro, as mordomias e futilidades. Se não for suficiente — quase nunca é —, a tesoura precisará alcançar as despesas maiores: vender o carro e passar a andar de ônibus, trocar o plano de telefonia de pós-pago para pré-pago, reduzir a velocidade de internet, limar a pizza e a cerveja do final de semana, churrasco nem pensar e por aí vai...

Se nada disso ainda for suficiente para equilibrar as contas, será necessário o corte mais dramático: nas despesas básicas de custeio. Reduzir tempo de banho, lavar e passar roupa uma vez por semana, trocar carnes por linguiça e ovos, substituir o arroz e feijão pelo macarrão, porque enche a barriga e é infinitamente mais barato, chegando à tesourada no plano de saúde e noutras necessidades imediatas. Isso para ficar nos exemplos mais comezinhos.

É economia doméstica, pura e simples... e, na maioria das vezes, muito dolorosa.

No Brasil, acostumamo-nos a achar que o Tesouro Nacional é um saco sem fundo, um cartão de crédito ilimitado que você pode gastar sem medo e jamais pagar sequer o mínimo do rotativo. É uma farra!

Mas, a conta chegou e o dinheiro acabou.

A Reforma da Previdência vai doer? Vai sim, mas é necessária. As universidades públicas vão ter que aprender a viver com menos dinheiro? Vão sim e é melhor aceitar que dói menos. Vai ter dinheiro para continuar subsidiando diversos setores? Não, esse tempo acabou. Agora, é cada um por si.

De certa forma, o Povo Brasileiro parece já ter entendido o que está acontecendo e, à esquerda, à direita, ao centro ou de ladinho, a expressiva maioria compreendeu que precisamos pagar a conta dos anos de festas nababescas e roubos estratosféricos.

Em maré contrária, a Câmara dos Deputados, o Senado Federal, o Supremo Tribunal Federal, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e as demais Cortes e o Ministério Público Federal - MPF parecem não compreender a gravidade da situação. Continuam acreditando que é possível almoçar medalhão de lagosta ao molho de manteiga queimada e jantar arroz de pato com salmão e caviar, regados ao vinho premiado envelhecido em barril de carvalho francês. Tudo às expensas desse Povo que está trocando arroz e feijão por macarrão.

Registre-se: a continuar assim, os mais violentos choques serão inevitáveis e o ambiente social alcançará um grau de conflagração jamais visto na História do Brasil.

Como último suspiro, nossos nababos de colarinho-branco e nossos intelectuais de crachá estão tentando vender uma divisão bruta, de rede social, meramente entre esquerda e direita, o excelso "nós contra eles" criado pelo presidiário gastador de dinheiro alheio.

É um erro. O buraco é maior e mais embaixo. A ruptura tende a ser mais severa, porque o preço do passado é muito mais caro do que qualquer um de nós poderia imaginar e, mesmo se alcançarmos o caminho do equilíbrio, o futuro melhor só virá daqui uns 20 ou 30 anos e muitos não viverão para ver.

É triste? É sim. Mas, é a nossa dolorosa verdade. Aceite-a e ajude a construir um país melhor para seus descendentes. Negue-a e condene seus filhos e netos ao descalabro e à miséria.

É hora de ver quem tem caráter, dignidade e fé na Terra de Santa Cruz.



Helder Caldeira

Escritor, Colunista Político, Palestrante e Conferencista

*Autor dos livros “Águas Turvas” e “A 1ª Presidenta”, entre outras obras.

Fonte .: https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/14460/a-conta-chegou-e-todos-precisam-aprender-a-viver-com-menos-dinheiro


Nelsonpoa: Não tá fácil para ninguém, esse modelo já deu há muito tempo. Com o PT, no começo, parece que tudo ia mudar e perdemos a grande oportunidade de fazer o sonho possível não ser uma utopia, virou um pesadelo, a direita da tortura e da repressão voltou através de um discurso novo e oportunista e voltou patrolando tudo, retirando direitos e vantagens depois de anos de lutas, greves e enfrentamentos num tempo de democracia. Quanto mais retiram, menos o país compra, mais os investimentos ficam escassos e a economia não consegue deslanchar, viveremos de empreender, quem ainda tiver condição para isso, e algum dinheiro para investir em alguma coisa que o governo não meta a mão.

segunda-feira, 13 de maio de 2019

Imposto de Renda: veja como ficará a tabela com o reajuste proposto por Bolsonaro

Faixa de isenção contemplaria quem tem renda mensal de até R$ 1.980,90
Mudança na tabela do Imposto de Renda
Confira abaixo os valores
Como é hojeComo ficariaAlíquota
Até R$ 1.903,98Até R$ 1.980,90Isento
De R$ 1.903,99 a R$ 2.826,65De R$ 1.980,91 a R$ 2.940,857,5%
De R$ 2.826,66 a R$ 3.751,05De R$ 2.940,86 a R$ 3.902,5915%
De R$ 3.751,06 a R$ 4.664,68De R$ 3.902,60 a R$ 4.853,1322,5%
Acima de R$ 4.664,68Acima de R$ 4.853,1327,5%
Fonte: Sindifisco Nacional, considerando inflação de 4,04% em 2019 
Nelsonpoa: Somente 04 míseros comentários, isso sim é uma vergonha. O pessoal gosta de esculachar o David Coimbra, falar mal do presidente que até resolveu dar uma reajustada pela inflação como se fosse o grande cumprimento das suas promessas. Essa defasagem tem culpa e todo mundo sabe de quem é; como é possível que essa situação ocorra tanto tempo, sem o MP, o judiciário, a câmara e o senado não fazerem nada, absolutamente nada a respeito, população sem emprego, sem amor próprio e sem qualquer tipo de reclames, escravizada por governos que só tem uma intenção, de cobrar mais de quem tem menos, não sabendo que cada vez que tira mais, não consegue criar empregos e não consegue fazer a cadeira produtiva deslanchar, o único sentimento além do de sonegação é de sumir desse país que não se enxerga nas anormalidades.


Após redução, quadro de CCs da prefeitura de Porto Alegre volta a inflar em 2019

O prefeito arrumou encrenca com muita gente, principalmente com seus próprios CC`S, o banco de talentos mesmo não parece uma gestão transparente, mexeu em situações que desagradaram seus aliados inclusive. Declarou guerra aos funcionários que lhe aplicaram out-doors pela cidade de sua rejeição pela população, para ver suas propostas aceitas se valeu da política de sempre, comprou os vareadores e aprovou os projetos que prejudicaram os funcionários e os impostos aumentaram, coisa que não era cogitado em campanha. A RBS agora tem se dado conta que não dá para continuar apoiando uma candidatura que acaba criando confusão onde se mete e tem arrumado "coisinhas" para ficar contaminando a gestão, para que esse não tente uma reeleição no final do mandato, porque se isso dependesse dos vereados, já estava eleito. Essa é a questão igual a do plebiscito, é uma vergonha, uma assembléia derrubar aprovações que dependem da população, num caso que mesmo que dependa da situação financeira do RS, caberia a população decidir, isso é que está muito errado, esse modelo não serve mais e deve urgentemente ser extinto, os próprios colegas deputados deveriam se envergonhar de desfazer discussões que levavam a que determinado assunto teria que passar pela aprovação da população, um retrocesso.

sábado, 11 de maio de 2019

A dor do mundo - baseado num texto de Lya Luft

Melhor ficar no cenário poético, porque o outro está bem ruim. Ainda podemos contar com aqueles que são voluntários e que se dedicam as causas nobres, essas pessoas fazem a diferença e precisam ser orientadas a repassarem as suas experiências e incentivarem que novas pessoas se incluam nessa caminhada. Não vejo esperança se não for pela educação, os tempos de hoje nos mostram que poucos conseguem ter uma vida normal e ficam doentes no decorrer delas, porque trabalharam em jornada dupla, dormiam mal, bebia e comiam exageradamente, consumiam drogas, enfim, chegavam da 3ª idade já completamente estragados, se empilhando aos montes em macas e cadeiras de hospitais, em filas intermináveis e com aposentadorias consumidas por outras vergonhosas, de marido para mulher, de mulher para filha, de governadores que trabalharam apenas 04 anos, de apartamentos funcionais alugados, de auxílios moradias vergonhosos para quem tem onde morar muito bem, assessores que não aparecem, carros, viagens e uma politicagem que nos carregaram durante muitos anos para o fundo do poço, retirada de vantagens de funcionários concursados porque o apadrinhamento quando não tinha concurso era o que regia esse país, hoje eles são os culpados porque de tudo de ruim que a cúpula desse país jogou os pobres e trabalhadores, é o que escolhas feitas sem esclarecimento do que precisa ser feito de fato com esses usurpadores para que seja possível sair dessa situação, porque o lixão somos nós. Quando vemos um Sérgio Cabral dizendo que roubou porque o poder corrompe e que é um vício, e atitudes cada vez mais primitivas nos perseguindo todos os dias, prefiro a poesia, do que a realidade, que é nada mais e nada menos do que fantasia e utopia prezada escritora.

A psicologia explica o "deu mole" usado por Renato

"criando sentimentos ambivalentes que tendem a gastar energia psicofísica, social, anímica e espiritual" = a bola pune. Aquele dia 05/05 foi um dia atípico, muita chuva em Porto Alegre, 9.000 torcedores na Arena, a Geral simplesmente sumiu, zagueiro improvisado na área, alguns jogadores devido ainda a ressaca de título não voltaram para marcar nada, bola na área um desastre e lance mais importante da partida, a falha do goleiro, muito parecida com a falha do Vitor, quando quis driblar Ronaldinho gaúcho, que mesmo sendo chamado de pilantra peça torcida o tempo inteiro, deu uma de Ronaldo fenômeno e espertamente tirou a bola do goleiro e fez um gol inacreditável em pleno olímpico, ninguém merecia aquilo.

sexta-feira, 10 de maio de 2019

A estratégia que fez de um porto-alegrense o melhor motorista de Uber do Brasil

Marcelo Ribeiro, 42 anos, é o condutor mais bem avaliado entre todos os 600 mil que utilizam o aplicativo no país

Prefiro motoristas mulheres por uma questão de simpatia. Quando pego Uber no começo do dia já chego dizendo, bah uma motorista mulher, quer dizer que o meu dia vai ser bom e daí é só papo bom, as mulheres se abrem sem preconceito. Agora, essa experiência do Marcelo é uma questão de avaliação de perfil, como deve ser, eu acho que se o motorista não sabe sobre isso deveria colocar uma placa invisível para si mesmo: "proibido falar com o motorista", para não falar bobagem e ainda ser mal avaliado. Essa é uma profissão ainda em construção e enquanto os riscos ainda forem grandes e a plataforma não intervir devidamente, a gente tem que respeitar todos eles.

Os valentões sem endereço das redes sociais destilam todo o rancor reprimido durante a vida inteira - baseado num texto de J.J.Camargo


Eu não consigo ler todos os cronistas, mas têm alguns que não abro mão, Dr. Camargo e Lya Luft são eles, gosto do David Coimbra, e se o dr. Olhasse os comentários que brotam em relação aos textos dele diria que é inacreditável, como pode ter tanto ódio e repulsa, quando ele fala do Bolsonaro principalmente, o pessoal se exalta e chuta o balde, aí sim, é um turbilhão de comentários ruins e péssimos, ninguém constrói, raramente aparece alguém para de alguma forma isenta avaliar que muitas vezes o texto é apenas uma provocação, como fazia Paulo Santana quando queria sair de um continuísmo, escrevia uma receita de bolo de carne. Mas toda essa questão bem sedimentada pelo Dr. Camargo, nos mostra o que temos em relação a educação e aos relacionamentos, e nos damos conta que as pessoas ainda fazem questão de se liberar de seus fantasmas e medos, e olha que tem pessoas que são obrigadas a conviver com isso, outras apenas se escondem em relação ao que dizem para outras pessoas, na frente de sua mulher e de seus dependentes, se mostram completamente diferentes, são eles que aguentam e suportam aquilo que não podem falar, sob pena de cartão vermelho, o que essa pessoas precisam é de um VAR, para se aprumarem, mas isso é problema de algum defeito que ficou contido no poço das almas perdidas. O que me preocupa são os que não mudam e não tem interesse em mudar, porque se acomodaram naquela robusteza e convicção de que estão sempre certos e que mesmo que estivessem, não fazem nada para mudar e continuam ali, reclamando dos outros, mesmo quando falham, porque elas sabem que falham, não se culpam, entende como um erro normal, não se chamam de idiota, não na frente dos outros, mas quando se encontra sozinho na sua própria avaliação fica se perseguindo e dizendo para si mesmo: “onde foi que eu errei”?  Quando a história mostra o quanto estava de errado em sua vida e só começa a reconhecer as suas falhas quando acaba percebendo que o projeto de vida não deu certo. E agora o mais importante, essas pessoas são tão carentes que mostram o seu lado mais afetivo e fraco na sua conduta pessoal e nos seus relacionamentos, quando estão a perigo, existe uma mistura de relações dessas pessoas viverem vidas que não são as dela e de não conseguirem deixar de viver a sua vida somente, porque ela enquanto não se resolver, não consegue acertar mais nada que está na sua volta, uma vida familiar congelante é uma forma mais que terrível de despertar a ira de sua frustração e infelicidade. Por isso que é muito bom ler Lya Luft e o próprio dr.  que nos ensinam tantas coisas com a sua experiência de vida profissional.

quinta-feira, 9 de maio de 2019

Entre o certo e o errado

A  conversa foi por whatsap, não foi boa, mas deu para sentir que alguma coisa não está bem. Eu quis apenas dizer que o modelo precisa mudar, já que agora eles não respondem mais as mensagens e não atendem ao telefone, podemos entender que eles gostam de serem respeitados, e nós já abusamos de tudo que era possível, está na hora de virar o jogo, então, ou a gente muda, ou demitimos eles, pois essa questão não era a pior, o que eu quis dizer é que a grande diferença em se conhecer uma pessoa e porque ela age daquela maneira, é porque ela tem alguma coisa escondida dentro do peito, um ressentimento, eu também fiz parte de um passado que acabou mal, descobri apenas que eu sou o lado bom, isso mesmo, eu sou o diferente, eu sou a oposição a tudo aquilo que eles representam, do lado ruim da família, que em vez de procurar o lado bom, faz questão de espalhar o que não representa o nosso melhor, que poderia imaginar de que as coisas vão passando e eles vão ficando cada vez pior, por isso que está na hora de encontrar o lado certo e fazer ele prosperar uma maneira jamais vista, isso se não acontece com você, já vá procurando uma forma de as coisas se encarreguem de lhe ajudar a fazer o que é certo.